quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Governo estadual firma contrato com o BNDES de R$ 920,3 milhões para investir em Suape

O Complexo Industrial Portuário de Suape receberá R$ 920,3 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para implantação do Programa de Desenvolvimento da Infraestrutura de Áreas Portuárias. O contrato do financiamento foi assinado nesta terça-feira (23), após reunião do governador Eduardo Campos com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, na sede da instituição, no Rio de Janeiro.

De acordo com a assessoria de comunicação do banco de fomento, o projeto contempla intervenções portuárias, rodoviárias, ferroviárias, retroportuárias e de pesquisa ambiental. Durante a fase de implantação, segundo informações do governo do estado, serão criados cerca de 2 mil novos postos de trabalho.

Para atração de investimentos e novos negócios, está prevista a terraplenagem, pavimentação, drenagem, iluminação viária e sinalização da zona industrial de Suape. O empréstimo  também será utilizado na construção de pontes, viadutos, pavimentação, sinalização e requalificação de vias.

Entre as obras previstas estão a duplicação do Tronco Distribuidor Rodoviário Norte (TDR-Norte) e a implantação do contorno do Cabo de Santo Agostinho (Via Expressa de Suape). O financiamento prevê, ainda, a implantação de veículo leve sobre trilhos (VLT) para transporte público de passageiros entre os terminais do Cajueiro Seco e do Cabo de Santo Agostinho (já existentes) até a Estação Rodoferroviária de Massangana (a ser recuperada) no complexo.

A expectativa é a de que sejam recuperados a linha férrea, construídas  novas estações, implantados  viadutos - um ferroviário e um rodoviário - e restaurada uma ponte. No porto, será reforçado o entroncamento de proteção do aterro. Os cabeços Norte e Sul da abertura dos arrecifes para acesso ao porto interno também receberão obras de proteção.

O porto interno terá áreas dragadas para a futura construção de mais quatro cais (6, 7, 8 e 9). O cais de múltiplos usos passará por uma recuperação estrutural. Também serão realizadas obras de dragagens  no cluster naval, possibilitando a instalação de novos estaleiros, segundo o governo.

A operação contempla ainda  a construção, em Suape, do Centro de Tecnologia Ambiental (CTA), um espaço voltado para o estudo, a pesquisa e o cuidado de áreas degradadas, formação de agentes ambientais e centro de produção de mudas com laboratório.

"O financiamento é fundamental para que possamos manter os empregos e acelerar investimentos para ampliar o movimento de cargas de Suape, viabilizar a indústria naval e a operação da refinaria Abreu e Lima", afirmou o governador em nota à imprensa.

Fonte: Diário de Pernambuco

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Estado perto de consolidar polo eólico em Suape

As apostas do Governo do Estado preveem que, em 12 meses, Pernambuco terá quatro fábricas de grande porte do setor de energia eólica instaladas no Complexo Industrial Portuário de Suape - a Impsa e a Gestamp, em operação, e a LM Wind Power e a Iraeta, já com terraplanagens concluídas. É nelas que está a matriz da consolidação do polo eólico planejado para o Estado, com toda grande cadeia que o setor é capaz de atrair. De acordo com o coordenador de Desenvolvimento de Negócios de Suape, Leonardo Cerquinho, há novas empresas que planejam instalar unidades de grande porte no Nordeste do Brasil, aportando em torno de R$ 300 milhões, e o Estado está "brigando" por elas. "Serão vários empreendimentos nesse tempo, seguramente mais de dez", comentou.

Foi com intuito principal de fortalecer mais essa cadeia em Pernambuco que o Complexo Industrial Portuário de Suape integrou-se, em agosto, à Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica). Dessa forma, consolida a mesma ideia que norteia o fórum Suape Global, cujo principal objetivo é fortalecer cadeias de fornecedores locais para que atendam às demandas das maiores empresas e identificar gargalos. "A gente busca se especializar e entrar no setor, para não ser pura e simplesmente um estado querendo atrair empreendimentos, mas ser parte dessa cadeia", explica Cerquinho. É nesse modelo que o Governo quer engrenar o setor eólico, como já fez com o setor naval.

No caso especifico da cadeia eólica, é necessário que os fabricantes de grandes peças estejam avizinhados, já que se trata de materiais de toneladas. "Estamos conversando de forma bastante avançada com uma empresa fornecedoras para as empresas de aerogeradores. Para eles, é importante estar dentro de Suape, justamente por causa do porte das peças. Mas, no final das contas, o que acontece em Suape é que o processo de desenvolvimento se dá de forma que somente empresas que têm necessidade de ficar lá que ficam", diz Cerquinho.

A Iraeta é um bom exemplo da formação de uma cadeia mais ampla, já que sua produção atende além do setor eólico. Segundo Cerquinho, a produção da nova fábrica também atenderá as indústrias naval e offshore. "Eles têm, então, a possibilidade de se inserir em duas cadeias produtivas que o Estado de Pernambuco e o Brasil estão querendo desenvolver. Ela vai produzir anéis de aço, que chamamos de flanges, que servem tanto para a parte de torres eólicas, quanto para a parte dos aerogeradores e para a indústria de naval e offshore".

Fonte: Folha de Pernambuco

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Volkswagen desembarca no Porto de Suape os primeiros carros vindos do México

Primeiro lote é de modelos Jetta e Jetta Variant; montadora decidiu usar o porto pernambucano para abastecer os mercados do Nordeste

A Volkswagen deu início à operação de desembarque de veículos vindos do porto de Veracruz, no México, pelo porto de Suape, em Pernambuco. O navio Apollon Leader, de bandeira panamenha, , trouxe o primeiro lote de 65 unidades do modelo Jetta fabricados na unidade mexicana. O objetivo é abastecer os mercados da região Nordeste do país, a exemplo do que vem ocorrendo já com veículos provenientes da Argentina. 

Os modelos que desembarcarão regularmente em Suape são o Jetta e o Jetta Variant (México) e o SpaceFox, Space Cross e Amarok produzidos na Argentina, na fábrica de General Pacheco.

Segundo o diretor de logística da Volkswagen, Orlando Moral, a utilização do Porto de Suape vai representar a redução do tempo de viagem de 15 para 10 dias para chegar ao Brasil, para distribuição na região Nordeste. A marca conta com 80 concessionárias na região.

O Porto de Suape é administrado pelo governo do estado de Pernambuco através da empresa Suape. Está localizado no litoral sul do Estado de Pernambuco, próximo à foz dos rios Tatuoca e Masangana, entre dois municípios, Cabo de Santo Agostinho e Pontal do Cupe, a 40 quilômetros de Recife.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Suape vai se transformar em um polo de fabricantes da energia eólica


Pernambuco não quer apenas abrigar parques geradores de energia. O Governo do Estado pretende transformar o Porto de Suape em um grande polo da cadeia eólica. O objetivo é reunir não só os fabricantes de aerogeradores, mas todos os fornecedores do setor. A ideia foi discutida, nesta segunda-feira (27), durante o Fórum Nordeste, no Arcádia do Paço Alfândega, no Bairro do Recife.

De acordo com o Secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Frederico Amâncio, que também é presidente do Porto de Suape, o momento pelo qual o mercado passa torna o projeto favorável. "Suape tem uma história que faz parte do processo de desenvolvimento. É um porto que tem a movimentação de biocombustível", afirma.

Ainda de acordo com Amâncio, Suape tem a melhor infraestrutura portuária do país. "Estamos no lugar certo e na hora certa. O mercado está demandando energia eólica e entendemos que temos a melhor estrutura." Ele também reforça que o programa fiscal será mais atrativo para as empresas. "Essa tarifa é 25% do valor do frete de importação. Para a indústria que tem um perfil de peças de grande porte como a eólica, essa isenção é representativa", explica.

"Cerca de 75% dos produtos gerados nos próximos dez anos serão produzidos no Nordeste. Ceará, Rio Grande do Norte e a Bahia serão os pioneiros, mas Pernambuco será incluído com o projeto", conclui.

Fonte: Folha de Pernambuco


Estado terá nova ferrovia



O novo trecho Recife-Salvador ligará várias capitais do Nordeste ao Sudeste do País, segundo o plano de investimentos
O Nordeste foi pouco contemplado pelo Programa de Investimentos em Logística. Dos nove trechos rodoviários a serem construídos, somente um está localizado na região. É a duplicação da BR-101 num trecho que vai do município baiano de Mucuri (nas proximidades de Porto Seguro) até o Porto de Salvador. Entre os 12 trechos ferroviários que serão implantados, três passam pela região. Serão construídas ferrovias ligando Salvador (BA) a Recife, Belo Horizonte (em Minas Gerais) a Salvador e um terceiro trecho que vai de Vila do Conde, no Pará, até Açailândia, no Maranhão.
É uma iniciativa importante para enfrentar gargalos históricos de nossa infraestrutura produtiva e para derrotar a crise que vem fazendo o País ter dois anos de baixo crescimento , afirmou o governador Eduardo Campos (PSB), que participou do lançamento do programa, em Brasília. Segundo ele, o trecho ferroviário Salvador-Recife vai se integrar à Ferrovia Transnordestina – que liga o Sertão ao litoral – e o pacote contempla ainda a realização de estudos visando à interligação da Transnordestina com a Ferrovia Norte-Sul, que vai sair do Pará e seguirá até São Paulo.
O presidente do conselho temático de Infraestrutura da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), Ricardo Essinger, também considerou positiva a iniciativa. É de fundamental importância para a indústria a ligação ferroviária com o Sudeste , disse. Para ele, o programa beneficiou muito as áreas mais industrializadas e os locais onde o agronegócio estava sofrendo por falta de logística, principalmente no Centro-Oeste e Sudeste.
A ferrovia Salvador-Recife vai fazer com que várias capitais da região passem a ter uma ligação ferroviária com o Sudeste. Atualmente, a única capital que tem ligação com trens que vêm do Sudeste é Salvador. A ferrovia que fazia esta ligação foi destruída no trecho entre Alagoas e Pernambuco em 2000, sendo operada pela antiga Companhia Ferroviária do Nordeste (CFN) que ganhou a concessão para oferecer o serviço ferroviário na região. A empresa demorou muito para refazer o trecho, o que só ocorreu em 2011, quando outra enchente destruiu o que foi refeito. A suspensão do serviço ferroviário Nordeste-Sudeste também trouxe mais custos para as empresas que traziam matéria-prima de Estados como São Paulo e Minas Gerais.
MONOPÓLIO
O programa de logística quebrou o monopólio da concessão ferroviária. Até ontem, qualquer serviço ferroviário na região só poderia ser oferecido pela CFN, atual Transnordestina Logística S.A. (TLSA).
Pelo que foi divulgado ontem, o trecho ferroviário Recife-Salvador faz parte do grupo 2 que terá 7,4 mil quilômetros de extensão, incluindo mais cinco trechos que passam por Goiás, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso e Rio Grande do Sul.
O ministério não divulgou o valor do investimento por trecho, embora tenha anunciado um cronograma para o grupo 2 que prevê a realização dos estudos até fevereiro de 2013, o lançamento do edital três meses depois e a assinatura dos contratos (de concessão) entre julho e setembro de 2013.
Fonte: JORNAL DO COMMERCIO



Valter Barreto
(   55 81 8842-1455

"A humildade é o primeiro degrau para a sabedoria", S. Tomás de Aquino.

PQ Antes de imprimir pense em seu compromisso  com o Meio Ambiente

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Os japoneses chegaram




Estaleiro Atlântico Sul recebe primeiro grupo de técnicos da IHIMU que vão prestar serviço de consultoria
EAS tem 22 petroleiros encomendados pela Transpetro e sete navios-sondas encomendados pela Sete Brasil (TERESA MAIA/DP/D.A PRESS - 13/9/11)
EAS tem 22 petroleiros encomendados pela Transpetro e sete navios-sondas encomendados pela Sete Brasil
AIHI Marine United Inc. (IHIMU) já enviou ao Estaleiro Atlântico Sul (EAS) o primeiro grupo de técnicos que irão prestar serviços de consultoria de operações. São dez profissionais nesta primeira leva, número que deverá chegar a 31 até o fim de dezembro. Segundo nota divulgada ontem pela empresa, o presidente da IHIMU, Shigemi Kurahara, veio pessoalmente ao Brasil para acompanhar a integração da equipe ao EAS.
A IHIMU é a divisão naval offshore da Ishikawajima-Harima Heavy Industries (IHI), controlada pela Mitsui e contratada pelo EAS para ser o consultant shipyard (estaleiro consultor) do EAS. O anúncio foi feito no fim de junho, cerca de três meses depois que a sul-coreana Samsung Heavy Industries, que detinha 6% de participação na sociedade do estaleiro, decidiu se retirar do negócio, causando insegurança no setor. Queiroz Galvão e Camargo Corrêa continuaram na sociedade, agora com 50% cada uma. Por enquanto, não se fala na possibilidade da IHIMU também se tornar sócia.
"A IHI está destacando os seus melhores profissionais para nos atender. São diretores, gerentes e engenheiros de nível sênior", declarou na nota o presidente do EAS, Otoniel Reis. Entre os consultores destacados estariam técnicos que já conhecem a realidade do mercado brasileiro e da indústria naval nacional, pois teriam trabalhado no antigo estaleiro Ishibras (hoje Sermetal), no Rio de Janeiro. O Ishibras foi instalado na década de 1970 e funcionou por 35 anos. A IHIMU era responsável pela gestão e operação do empreendimento.
A IHIMU prestará serviços de consultoria técnica de operações para todas as embarcações produzidas no EAS, incluindo os navios-sondas (drill ships). O estaleiro pernambucano, considerado um marco da retomada da indústria naval brasileira, possui uma carteira de US$ 8,1 bilhões (cerca de R$ 16,36 milhões, pelo câmbio de ontem). São 22 petroleiros encomendados pela Transpetro, incluindo o suezmax João Cândido, entregue em maio deste ano; o casco da plataforma da P-55, entregue em dezembro de 2011; sete navios-sondas para a Sete Brasil, além de ter sido contratado para executar serviços navais na P-62.
O acordo com a Samsung previa assistência técnica apenas para os seis primeiros petroleiros, por isso a Transpetro decidiu suspender os contratos dos outros 16 navios até 30 de agosto. Até lá, além de contratar um novo parceiro tecnológico, o EAS terá que apresentar à subsidiária da Petrobras um plano de ação e cronograma confiável de construção dos navios, além de um projeto de engenharia que atenda às especificações técnicas contratuais. (Micheline Batista)
DIARIO DE PERNAMBUCO

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Recife prepara-se para operar novo sistema de registro de empresas

Capacitação dos técnicos que utilizarão o Sistema REGIN. 


Começou, na manhã da quarta-feira (11), a capacitação dos técnicos de diversas secretarias municipais do Recife que utilizarão o Sistema de Registro Integrado (REGIN). Trata-se de um sistema operacional que vai permitir a simplificação e integração do processo de registro e legalização de empresários e de pessoas jurídicas. A capacitação acontece até a manhã desta quinta-feira (12), na sala de reunião do gabinete da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico, no 5º andar da sede da Prefeitura, localizada na Avenida Rio Branco, 925, bairro do Recife.
O REGIN é o sistema que vai ligar Pernambuco a Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (REDESIM). A implantação da Rede no estado é uma iniciativa do Governo, através da Junta Comercial, em parceria com a Prefeitura do Recife e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Atualmente, 25 cidades pernambucanas estão se preparando para ingressar na Rede, dessas, 60% já foram capacitadas. No Recife, a capacitação contou com a presença dos técnicos que irão operar o sistema, além de representantes da Empresa Municipal de Informática (Emprel), da Secretaria da Fazenda de Pernambuco e do Sebrae.
Com o novo sistema, as secretarias de Finanças; Controle e Desenvolvimento Urbano e Obras; Saúde; e Meio Ambiente do Recife terão acesso direto ao requerimento do processo de abertura das empresas, possibilitando que cada secretaria envolvida possa dar seu parecer. Essa ferramenta de gestão permitirá a integração com a Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (REDESIM) que foi criada pela Lei n.º 11.598. Além da Prefeitura, a REDESIM interligará todos os órgãos envolvidos no processo de abertura de empresas como Junta Comercial, Receita Federal, Secretaria de Fazenda Estadual, CPRH, Corpo de Bombeiros e Vigilância Sanitária.
"Essa iniciativa facilitará a instalação de mais empreendimentos no Recife, que vive hoje um momento especial em sua economia apresentando bons índices de crescimento e geração de emprego", comenta Anita Lemos Dubeux, assessora executiva.
Segundo o consultor do Sebrae, responsável pela implantação da Cidade do Futuro, Nelson Melo, atualmente, o tempo médio para abertura de uma empresa é de 25 dias. Com a REDESIM, a meta é que esse prazo seja reduzido para apenas três dias. Em algumas cidades do Espírito Santo e do Rio de Janeiro, locais que já implantaram o sistema, a meta já foi alcançada. O sistema permite a resolução dos principais entraves do atual modelo, que são a obtenção do termo de viabilidade e de alvará de funcionamento, de forma mais prática.
Nelson Melo adianta que o novo sistema entrará em vigor após a assinatura de convênio entre o Governo do Estado e a Prefeitura do Recife, com data prevista para o final do mês de julho e implantação em agosto.

PE Desenvolvimento

Governo brasileiro planeja modelo integrado de infraestrutura

Exigência é de que as obras liguem portos, ferrovias e rodovias, beneficiando toda a cadeia produtiva do país.
Inconformada com as perspectivas de baixo crescimento do PIB para este ano e com ritmo lento das obras públicas, a presidente Dilma Rousseff reassumiu o papel de "mãe" do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e escolheu como braço direito para a tarefa o ex-diretor da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT), Bernardo Figueiredo, que teve sua recondução ao cargo rejeitada pelo Congresso.
Dilma quer fazer o que for possível para dar a maior eficiência às obras e fazer a economia crescer pelo menos 4% de crescimento do PIB já a partir de 2013.
No que está chamando de agenda do crescimento, a presidente Dilma Rousseff quer integrar os projetos de infraestrutura do país e vai lançar em um mês novas licitações de rodovias, ferrovias e portos. Para isso, encomendou aos técnicos que as licitações na área sejam articuladas.
"Todos os esforços que estão sendo feitos são para integrar os investimentos propostos por todas as áreas de infraestrutura do governo", diz uma fonte que participa das conversas.
A ideia é dar maior condição de escoamento da produção, fortalecer os grandes polos produtivos do país e gerar resultados mais rápidos para o crescimento econômico.
Um dos maiores exemplos da dinâmica a ser empreendida pelo governo nas concessões está na Bahia, onde já existe projeto de construção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (a Fiol), que liga o município de Barreiras no oeste do estado até Ilhéus, no litoral.
A extensão total do projeto, previsto no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), é de 1.022 quilômetros passando por Caetité, município onde há forte produção de minério.
Para beneficiar o escoamento da produção, o governo deverá anunciar uma nova modelagem de concessão que entrega à iniciativa privada a responsabilidade de construção e gestão de um novo porto, nas proximidades de Ilhéus.
Brasil Econômico apurou que trechos ferroviários do projeto também podem fazer parte da concessão de portos de forma vinculada. O concessionário vencedor também poderia ficar responsável pela construção de ramais ferroviários necessários para ligação de portos.
O projeto da Fiol, por exemplo, deixa em aberto um pequeno trecho de cerca de 20 quilômetros para chegar ao porto de Ilhéus e que poderá ser construído como parte da concessão.
Esta mesma estratégia também pode ser usada para tirar do papel o Porto de Águas Profundas, previsto para o Espírito Santo. O projeto ainda necessita de estudos para definição da localização.
A previsão é que essa análise esteja pronta ainda este mês. Já a nova rodada de licitação de estradas deve seguir os planos do governo. Há estudos sendo elaborados para concessões da BR.
Estes estudos e das demais áreas estão sendo elaborados pela Secretaria Especial dos Portos (SEP), Ministério dos Transportes e Ministério de Minas e Energia.
BRASIL ECONOMICO

Volks vai começar a operar CD em Suape

Navio com 200 Amaroks deve chegar até amanhã. Também está prevista carga com 600 SpaceFox

Pátio de veículos de Suape recebe é ocupado pela GM e deve operar com a Volks até mudança para Cais 4 (ALCIONE FERREIRA/DP/D.A PRESS - 4/6/10)
Pátio de veículos de Suape recebe é ocupado pela GM e deve operar com a Volks até mudança para Cais 4
O centro de distribuição (CD) da Volkswagen no Complexo Industrial Portuário de Suape, em Ipojuca, vai começar a operar. Está prevista a chegada de um navio contendo 200 Amaroks até amanhã, e posteriormente chegarão os primeiros SpaceFox. A mesma embarcação deverá trazer cerca de 600 automóveis Agile e Classic para abastecer o CD da General Motors (GM), que funciona no local desde maio de 2010. As informações são de uma fonte do setor.
Procuradas pela reportagem, nem a Volkswagen do Brasil nem a administração de Suape quiseram comentar o assunto. Entretanto, sabe-se que a empresa alemã está de olho em Suape desde 2008, quando em abril daquele ano um diretor da empresa esteve no Recife e anunciou que a montadora estava estudando a instalação de uma central de distribuição em Pernambuco, para atender ao Norte/Nordeste. Na época, o empreendimento estava orçado em R$ 12 milhões.
A visita foi repetida em maio de 2011. Executivos da Volkswagen sobrevoaram Suape e a área do pátio público de veículos e mais uma vez demonstraram interesse no negócio. A ideia inicial era a de que o CD da Volks dividisse espaço com um futuro CD da Fiat, no segundo pátio público de veículos que Suape está estruturando na retroárea do Cais 4, com quatro hectares. Como esse novo pátio só deve começar a operar no fim deste ano, a Volkswagen deverá utilizar o atual.
O Amarok, assim como o SpaceFox, é produzido na unidade da Volkswagen em General Pacheco, na Argentina, país membro do Mercado Comum do Sul (Mercosul). Entre outros modelos cotados para serem importados via Suape estão o Bora e o Jetta, produzidos no México, por causa do acordo bilateral que garante isenção da taxa de importação de 35%. Outra possibilidade, ainda que distante, é a importação do Touareg dos Estados Unidos.
Pátio
O pátio público de veículos de Suape possui 3,7 hectares e tem capacidade para 1,8 mil veículos, podendo movimentar de 20 mil a 25 mil automóveis por ano. Por enquanto, é ocupado apenas pela GM, que investiu cerca de R$ 30 milhões na operação. A partir de Suape, a montadora norte-americana abastece 49 concessionárias localizadas em Pernambuco e em outros 13 estados do Norte e Nordeste.
Quem presta o serviço logístico no pátio, contratada pela empresa Suape, é a Tegma, sediada em São Bernardo do Campo (SP) e líder no segmento de transporte de veículos zero quilômetro para a indústria automobilística. A tendência é a de que a Tegma continue prestando serviços quando do início de operação dos CDs da Volkswagen e da Fiat.
A operação da Tegma envolve atividades como atracamento dos navios, inspeção, transferência dos carros para o pátio, armazenamento, preparação dos veículos e carregamento, que é o embarque nas carretas. Um trabalho que envolve a mão de obra direta de 45 pessoas e mais cerca de 200 empregos indiretos a cada desembarque (portuários, transporte, logística etc.).
DIÁRIO DE PERNAMBUCO

terça-feira, 3 de julho de 2012

Bunge investirá US$ 350 mi em 3 moinhos de trigo no Brasil

A multinacional Bunge aprovou a construção de três novos moinhos para a moagem de trigo no Brasil, um no Rio de janeiro e dois no Nordeste


O investimento total soma 350 milhões de dólares nos próximos cinco anos, de acordo com entrevista do vice-presidente de alimentos e ingredientes da Bunge Brasil, Gilberto Tomazoni.

A informação consta de reportagem publicada no jornal Valor Econômico desta segunda-feira (02) e foi confirmada pela assessoria de imprensa da Bunge.

Esse investimento no setor é o maior da empresa desde 2009, quando a multinacional, que possui nove moinhos no Brasil, aplicou 169 milhões de reais em um moinho no Complexo Industrial de Suape, em Pernambuco.

De acordo com a reportagem, o investimento está vinculado à estratégia da Bunge Brasil de ampliar a participação de derivados de trigo nas vendas totais.

"Estamos olhando para produtos de maior valor agregado", disse Tomazoni ao Valor. "E temos preferência por aquisições."

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Estaleiro de Suape consegue parceiro japonês




Estaleiro de Suape consegue parceiro japonês
EAS consegue novo parceiro tecnológico
Por exigência da Transpetro, braço logístico da Petrobrás na área de transportes, o Estaleiro Atlântico Sul (EAS), situado no Complexo Industrial e Portuário de Suape, ganhou um novo parceiro tecnológico. Trata-se do grupo japonês Ishikawajima Harima Heavy Industries (IHI). As informações são do colunista Lauro Jardim, da evista Veja. No começo do mês, o presidente do Fórum dos Trabalhadores da Indústria Naval e Petróleo, Joacir Pedro, afirmou, em entrevista ao site A Mídia do Petróleo, que a empresa japonesa pretendia contemplar 10% de participação, no mínimo, podendo chegar a 15% ou 20%.
Desde o começo de junho, as empreiteiras que controlam o EAS, Queiroz Galvão e Camargo Corrêa, estavam negociando a entrada de uma nova parceria, uma vez que a empresa sul-coreana Samsung Heavy Industries (SHI), com 6% de participação até então, tinha confirmado o fim de sua sociedade com o empreendimento. Os motivos para a saída da Samsung são atribuídos a dificuldades de natureza operacional e técnica, além da falta de mão-de-obra qualificada e prejuízos financeiro.


Blog do Jamildo

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Assinado contrato para construção de terminal de açúcar em Suape


Assinado contrato para construção de terminal de açúcar em Suape



Foto: Divulgação
O Complexo Industrial Portuário de Suape assinou, nesta quarta-feira (11), o contrato para a construção do novo terminal de açúcar. A formalização aconteceu durante a 18° Intermodal South America – Feira Internacional de Logística, Transporte de Cargas e Comércio Exterior, em São Paulo.
O Terminal será executado pela Agrovia, que tem como sócia a trading inglesa ED&F MAN, uma das maiores exportadoras de açúcar do mundo. A solenidade contou com a presença do secretário de desenvolvimento econômico e presidente de Suape, Geraldo Julio, do vice presidente de Suape, Frederico Amancio, do diretor geral da ANTAQ, Tiago Pereira Lima e do presidente da Agrovia, Guilherme Raposo.
A Agrovia deverá investir R$ 104.780.400,00 na implantação, sendo R$ 41.881.400,00 em obras e R$ 62.899.000,00 em equipamentos. O terminal ocupará a retroárea do cais 5, localizada no Porto Interno de Suape, em uma área com 72.542m² e 324,08m de cais de atracação. A capacidade do terminal será de 160.000 toneladas
A expectativa é que a demanda para o terminal de açúcar em 2015 seja de 540 mil toneladas/ano, tendo o seu crescimento estimado em um milhão de toneladas/ano a ser atingido em 2030. O prazo de implantação é de 24 meses. Durante a construção, devem ser gerados 450 empregos e, para a operação, a estimativa da trading é contratar 75 funcionários.
fonte:  PEINVESTIMENTO

terça-feira, 3 de abril de 2012

Montadora de caminhões chinesa desembarca 99 veículos no Recife

Montadora de caminhões chinesa desembarca 99 veículos no Recife



Foto: Assessoria do Porto do Recife
O Porto do Recife foi escolhido para receber, nesta segunda-feira (02), o primeiro desembarque de 99 caminhões da montadora chinesa Shacman. A empresa tem capacidade de montar mais de 70 mil unidades por ano e exporta para 50 países de diferentes continentes.
De acordo com a fabricante chinesa, os caminhões da linha pesada foram desenhados para atender as necessidades do segmento no país. "Trata-se de um caminhão brasileiro montado na China, e que atenderá plenamente as expectativas e necessidades dos transportadores brasileiros", conta o diretor executivo da empresa, Rodrigo Teixeira.

Foto: Imagem da internet
Os veículos pesados ficarão armazenados no pátio de número 06, uma área de 3,5 mil m² destinada pelo Porto do Recife. "O espaço tem a capacidade de armazenar até 200 caminhões ao mesmo tempo", conta o diretor de Operações e Comercial do Porto do Recife, Sidnei Aires. A expectativa é que o desembarque e armazenagem dos importados traga um incremento de R$ 500 mil na receita do porto, somente nesta primeira operação.
Representantes da Metro Shacman, companhia de capital nacional que retém exclusividade na importação da marca, assinaram um Protocolo de Intenção com o porto recifense para montar um Centro de Distribuição dentro da área portuária. A meta da empresa é importar 500 caminhões em 2012, cerca de 100 unidades a cada dois meses.
A escolha do Porto do Recife pela Metro Shacman levou em consideração alguns fatores determinantes para a empresa. "Primeiro de tudo trata-se de um porto público com uma estrutura adequada para o negócio. A localização também foi um ponto relevante, além dos incentivos oferecidos pelo Estado", afirmou o diretor executivo da empresa, Rodrigo Teixeira.

VEÍCULOS – 
Inicialmente, os modelos importados trazem especificações que buscam atender as demandas do segmento dos pesados,com configurações 4×2 e 6×4. Os veículos foram trazidos pelo navio Asian Chorus, que também trouxe 87 máquinas da linha amarela da marca chinesa XCMG, que já opera no porto há anos
.
Fonte: PE Investimento

sexta-feira, 30 de março de 2012

Coca-Cola vai investir R$ 14,1 bilhões até 2014

A Coca-Cola anunciou hoje (30) que vai investir R$ 14,1 bilhões no Brasil até 2016. O aporte é 50% maior do que o realizado no quinquênio anterior (2007-2011), quando foram investidos R$ 9,4 bilhões. Em Pernambuco, o Sistema Coca-Cola atua através do fabricante autorizado Coca-Cola Guararapes, que se reporta diretamente a The Coca-Cola Company desde 2001. São três unidades localizadas em Jaboatão dos Guararapes, Suape e Petrolina.

No Brasil, a Coca-Cola contabiliza 33 trimestres seguidos (oito anos) de crescimento, expansão que acabou gerando sete mil novos empregos diretos. Atualmente, são cerca de 60 mil funcionários diretos e 600 mil indiretos. O país detém o quarto maior volume de vendas dos produtos da marca em todo o mundo, atrás apenas de Estados Unidos, México e China. 

E a perspectiva é de mais crescimento. A Coca-Cola é patrocinadora da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016. De olho na sustentabilidade, a empresa trabalha para alcançar, até 2020, diversas metas em escalas nacional e global. Entre os objetivos estão ter todas as fábricas verdes certificadas e atingir níveis de reciclagem de quase 100% nas embalagens.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Fábrica de vidros planos será inagurada em Pernambuco e vai gerar mais de 3 mil empregos



Foto: Imagem da internet
Pernambuco ganha mais um empreedimento que vem a somar o cenário positivo vivido pelo estado, a primeira fábrica de vidros planos do Nordeste. Nesta quinta-feira (15),às 11h30, acontece na cidade de Goiana, o lançamento da pedra fundamental da Companhia Brasileira de Vidros Planos – CBVP, do Grupo Cornélio Brennand.
O evento vai contar com a presença do governador Eduardo Campos que assinará um termo aditivo que aumenta o investimento inicial, que era de R$ 333 milhões, para R$ 777 milhões. O Ministro do Desenvolvimento, indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel,também participará da solenidade. As operações da CBVP estão previstas para o primeiro semestre de 2013 e a empresa pretende gerar 370 empregos diretos. Além disso, até 3 mil empregos podem ser criados na fase de construção.
A nova unidade propiciará empregos para a população local, que terá acesso a cursos e treinamentos no Brasil e em outros países detentores do know-how (Itália, Estados Unidos e França). De acordo com a empresa, a escolha por Pernambuco levou em consideração a localização estratégica em relação aos outros estados da região, além do estímulo e apoio oferecidos pelo Governo ao projeto. A capacidade anual da nova planta será de 290 mil toneladas/ano, significando 30 milhões de metros quadrados de vidro por ano. A companhia terá como principais clientes as indústrias da construção civil, moveleira e automotiva.



Fonte: Pernambuco Investimento

sábado, 10 de março de 2012

Ritmo de construção da refinaria volta a ser considerado adequado

O ritmo de construção da Refinaria Abreu e Lima, em Suape, voltou a ganhar o status de verde, isto é, adequado, no balanço de um ano da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), apresentado pelo governo federal na última quarta-feira. Segundo o documento, foram executados 50% do empreendimento e entregues 14 tanques da estação de tratamento de água em dezembro de 2011.

O balanço confirma o investimento previsto no projeto, R$ 26,5 milhões, e informa os desembolsos. De 2007-2010 foram desembolsados R$ 4,5 bilhões, montante que sobe para R$ 21,1 bilhões entre 2011 e 2014. Após esse período, a Petrobras prevê gastar, ainda, mais R$ 941 milhões. Quando pronta, a refinaria terá capacidade para processar 230 mil barris de petróleo/dia.

O documento também confirma a data de início da operação da refinaria para 30 de junho de 2013, embora a planta só seja concluída em 30 de junho de 2016. A refinaria de Pernambuco é a mais avançada, uma vez que a Premium I (MA) ainda está em fase de terraplenagem (38%) e a Premium II agora é que recebeu a licença prévia.
Já o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), iniciado mais ou menos na mesma época que a Abreu e Lima, está com 25% das obras realizadas.

Em novembro, no balanço anterior do PAC 2, a Refinaria Abreu e Lima preocupava o governo. O ritmo de andamento da obra passou do verde "adequado" para o amarelo "atenção". Agora, o empreendimento recupera sua condição de "adequado".

Fonte: Diário de Pernambuco

Suape recebe prêmio internacional por qualidade de infraestrutura

A revista inglesa The New Economy elegeu o Porto de Suape como o complexo com a melhor infraestrutura portuária do Brasil. O objetivo do prêmio é destacar as melhores ações e os principais agentes do mundo financeiro e empresarial, especialmente os dos países emergentes.

Geraldo Julio, secretário de desenvolvimento econômico e presidente de Suape, e Frederico Amancio, vice-presidente de Suape, receberam o prêmio em Londres, Inglaterra, onde foram recepcionados por Paul Richardson, editor de produção do grupo World News Media, responsável pela revista.

Sobre o reconhecimento, Geraldo Julio afirmou: "A New Economy é uma referência para os investidores europeus, lida por quem procura novos mercados para investir. Suape marcou posição em um veículo estratégico", disse. Os executivos aproveitam a oportunidade para realizar uma agenda pela Europa visando a ampliação de parcerias comerciais", disse.

Fonte: Guia Marítimo

quinta-feira, 1 de março de 2012

Governo aplica direito antidumping sobre filme pet

O Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex), presidido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), aprovou a aplicação de direito antidumping definitivo sobre importações de filmes, chapas, folhas, películas, tiras e lâminas de poli (tereftalato de etileno), de espessura igual ou superior a 5 micrômetros, e igual ou inferior a 50 micrômetros (filme pet). A decisão é restrita aos produtos importados dos Emirados Árabes, da Turquia e do México e tem prazo de vigência de até cinco anos.

A decisão estabelece o recolhimento de alíquota específica sobre cada produto, com base nos seguintes valores: US$ 436,78 por tonelada para produtos da empresa Flex Middle East Fze, dos Emirados Árabes, e US$ 576,32 por tonelada para as demais empresas daquele país. No caso do produto com origem na Turquia, a alíquota será de US$ 67,44 por tonelada adquirida da Polyplex Polyester Film e US$ 646,12 das demais companhias. Já a tarifa aplicada para o produto mexicano será de US$ 1.013,98 por tonelada.

O governo brasileiro também já aplicou direito antidumping definitivo sobre produtos originários da Índia e da Tailândia, utilizados na produção de embalagens flexíveis e filmes grossos, entre outras aplicações. O anúncio acontece no mesmo ano em que as atividades da Petroquímica Suape devem atingir a plena capacidade. A companhia, controlada pela Petrobras, deverá iniciar a linha de produção de PET com capacidade anual de 450 mil toneladas no segundo semestre. Com isso, duplicará a oferta interna do produto.


Fonte: Agência Estado.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Grande Moinho Cearense deve começar fábrica de Suape em março




O Complexo de Suape ganhará um novo "hóspede" milionário. O empreendimento da vez é o Grande Moinho Cearense, do Grupo Jereissati, que construirá no local uma fábrica de farinha de trigo orçada em R$ 200 milhões. A planta começará a ser construída até março e tem inauguração prevista para dezembro de 2013.

A nova unidade terá capacidade de moagem de 1,3 mil toneladas de trigo por dia, volume 30% superior à do moinho do Porto do Mucuripe, em Fortaleza, cuja capacidade produtiva é de mil toneladas diárias.

O presidente do Moinho Cearense, o engenheiro e bioquímico Roberto Schneider, afirmou em nota à imprensa que, com a nova fábrica, espera intensificar o atendimento aos mercados de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia.

A decisão de construir um novo moinho em Suape tem por base o aquecimento do setor e o incremento de 133,5% nas vendas, que saltaram de 176,13 mil sacas mensais de farinha de trigo, em 2006, para 411 mil sacas neste ano. Performance que permitiu a empresa elevar o faturamento de R$ 151,52 milhões no acumulado de janeiro a julho de 2010 para R$ 229,04 milhões nos primeiros sete meses deste ano, o equivalente a um aumento de 51,2%.

Fonte: Diário de Pernambuco


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Análise Ceplan revela alto desempenho econômico de Pernambuco


Refinaria de Suape
Priscilla Buhr/JC Imagem
A Consultoria Econômica e Planejamento (Ceplan) divulgou, nesta quinta-feira (9), dados conjunturais referentes ao cenário vivido por Pernambuco em 2011. As informações da VIII Análise Ceplan foram repassadas por Jorge Jatobá, Valdeci Monteiro, Aldemir do Vale e Leonardo Guimarães, economistas e sócios diretores da empresa.
A análise foi baseada em dados comparativos entre o Brasil, o Nordeste e Pernambuco. No Nordeste, os indicadores foram mais generosos com Pernambuco que liderou os índices de crescimento do PIB da indústria no terceiro trimestre deste ano com 5,4%, superando o índice nacional de 1% e as respostas negativas do Ceará, de -6,2% e da Bahia, -1,7%.
Pernambuco ficou a frente ainda na arrecadação do ICMS, com um crescimento de 10,7% entre janeiro e outubro de 2011 sobre o mesmo período de 2010; seguido pelo Maranhão, com 5,5% e bem à frente do Ceará (1,6%) e das taxas decrescentes da Bahia (-1,1%) e de Alagoas (-9,5%).
Emprego- Na Região Nordeste, o emprego formal cresceu 2,9% em 2011, alcançando um total de 8,2 milhões de postos de trabalho. Entre os Estados, o maior percentual foi registrado em Pernambuco, 4,6%. No Brasil, os empregos formais cresceram 3,6%, finalizando o ano com um estoque de 45,6 milhões de postos de trabalho. "O Brasil está vivenciando uma grande dinâmica no mercado de trabalho. Os números positivos de Pernambuco são advindos do grande número de pessoas empregadas na construção civil", destacou Valdeci Monteiro.
Além do aumento de emprego, observou-se que o rendimento médio real dos trabalhadores também cresceu no ano passado nas Regiões Metropolitanas pesquisadas. Salvador teve a maior alta: 5,2%, elevando a média salarial para R$ 1.363,88. No Grande Recife, o aumento foi de 2,7% e o salário médio passou para R$ 1.141,07. Apesar desse aumento, um dado analisado chama atenção: quase metade os ocupados em Pernambuco (48%) ganha até um salário mínimo.
Novas tendências do mercado de trabalho - A previsão é que a economia estadual continuará a crescer mais que a nacional, puxada pelos investimentos já definidos no Estado. Os economistas destacaram a construção da Cidade da Copa e o início das atividades da fábrica da Fiat.
Para o economista Jorge Jatobá, mesmo próximo a uma situação de pleno emprego, ainda temos paradoxos. Temos uma taxa de 46,1% de pessoas, economicamente ativas, ocupadas em Pernambuco, e uma massa de trabalhadores sem qualificação profissional que tem dificuldades de acessar o mercado de trabalho formal.
O mercado de trabalho, segundo ele, ganhou peso e está no centro das discussões de sindicalistas e empresários que, diante da falta de profissionais para certos setores, buscam soluções rápidas e de ganhos para ambos os lados. "Está sendo um grande desafio para Pernambuco. Temos um bom problema", observa Jorge Jatobá.
O aquecimento do mercado imobiliário, as obras de infraestrutura e a construção de empreendimentos de porte no Complexo Industrial e Portuário de Suape, como a Refinaria Abreu e Lima, da Petrobras, trouxeram grande expansão no setor da construção civil de Pernambuco. O segmento passou de um crescimento anual do estoque de emprego formal de apenas 0,5%, entre 2000 e 2005, para um de 23,7% ao ano, de 2005 a 2010, ano em que representou 30,3% do total de empregos formais do Estado.
A formação profissional também contribuiu muito para a formalização do emprego. O número de trabalhadores com ensino médio completo cresceu 11,9%, seguidos pelos que têm até o superior incompleto, com 8,7%. "Estes resultados reiteram a importância da capacitação profissional para estar empregado formalmente", diz o economista Aldemir do Vale. A análise também revela que houve queda de oportunidades para os analfabetos.
Profissão- Alguns segmentos profissionais apresentaram maior dinamismo, especialmente os que surgem na região de Suape. O grupo de trabalhadores na indústria da construção e na extrativa mineral cresceu 19,4% e o dos que atuam na indústria de transformação de metais e compósitos (caso dos soldadores do Estaleiro Atlântico Sul), 14,6%.




quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Comitiva de empresários e representantes da Finlândia está em Pernambuco


Representantes do Governo finlandês, do setor produtivo e instituições de fomento, ensino e pesquisa, estão visitando Pernambuco até o dia 27 de janeiro. A visita tem como objetivo o estreitamento dos laços entre o Estado e aquele País nas áreas de Tecnologia da Informação, Naval e Offshore. Pretende-se criar um networking entre governos, universidades e empresas para gerar oportunidade de negócios, cooperação e criação de novas empresas.

Hoje (26), a comitiva visitará universidades pernambucanas e a Secretaria de Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Sectec). Um grupo visitará a UFPE e a UPE, onde discutirá a possibilidade de cooperação na área naval, entre outras. Enquanto isso, outro grupo se dirige a Sectec, para discutir cooperação na área naval, desenvolvimento de energia e inovação.

No dia 27, ocorrerá um workshop, no Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene).Na ocasião, a
comitiva fará uma apresentação da política nacional de inovação do seu País, inovação na indústria naval e nas universidades. Neste dia haverá a apresentação dos sistemas de inovação brasileiro e pernambucano e as
oportunidades de cooperação com o Governo local, visando a formação de mão de obra especializada para o setor em Pernambuco.

Economia- A Finlândia tem uma economia de mercado livre altamente industrializada, com um PIB per capita igual ao de outras economias europeias, como França, Alemanha, Bélgica ou Reino Unido. O maior setor da economia é o de serviços (65,7%), seguido pela fabricação e refino (31,4%), com pouca produção primária (2,9%).

As exportações para o Brasil totalizam cerca de US$ 550 milhões anuais, correspondendo a menos de 1% do
total.Segundo The Federation of Finnish Technology Industries, em 2010 os principais produtos exportados para o Brasil foram de natureza tecnológica (70%) e florestal (23%).

 POR PEINVESTIMENTO 

Fábrica de gases será instalada em Suape, em fevereiro

POR PEINVESTIMENTO

Unidade localizada em Suape

Imagem: Divulgação

A Indústria Brasileira de Gases (IBG) deve inaugurar, até o final de fevereiro, uma unidade fabril em Saupe. A produção inicial será de gás carbônico (CO2), que é utilizado principalmente na produção de bebidas, como refrigerante e cerveja.

A empresa, que é a única 100% brasileira, possui quatro fábricas em São Paulo e Goiás. A empresa já possuía uma filial em Recife, mas realizava apenas processamento. " Com a chegada em Suape, iremos agregar no mesmo espaço a nossa estação de enchimento e produção", afirmou Newton de Oliveira, presidente da indústria.

A nova unidade recebeu investimentos iniciais de R$ 10 milhões e ocupa uma área de 12 mil metros quadrados no complexo industrial portuário. Em uma segunda etapa, a empresa pretende produzir gases do ar (oxigênio, nitrogênio e argônio). A IBG vem investindo anualmente cerca de US$ 20 milhões em novos projetos fabris.

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