sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Mais uma fábrica do setor automotivo no Estado



FÁBRICA Planta industrial da WHB em Curitiba, que vai instalar nova unidade em Glória do Goitá (Foto: Reprodução de internet)

 

Depois da Fiat, mais uma fábrica do setor automotivo deve se instalar em Pernambuco. A WHB Fundições vai trazer para Glória do Goitá a primeira fábrica do município. Nesta sexta-feira (30), durante assinatura do protocolo de intenções do Governo do Estado com quinze fábricas que devem trazer investimentos da ordem de R$ 675 milhões para se instalar no Estado, o o presidente da WHB Fundições, Teodoro Hübner Filho, falou em R$ 500 milhões que devem ser investidos para implantação de quatro plantas industriais na fábrica que será construída em Glória do Goitá, que deve se tornar um novo polo industrial no Estado.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Indústria nacional de software e serviços de TI deve crescer 7,7% ao ano até 2016

A indústria brasileira de softwares (programas de computador) e serviços de tecnologia da informação (TI) está crescendo acima do Produto Interno Bruto (PIB), a soma dos bens e serviços produzidos no país. De acordo com dados do Observatório Softex, unidade de estudos e pesquisas da Sociedade Softex, o crescimento médio real observado entre 2003 e 2009 atingiu cerca de 8%.

"Você tem um movimento das pequenas (empresas), que estão ganhando robustez, apesar de a concorrência estar muito acirrada para o setor. Você tem um crescimento importante de receita, mas tem também uma concorrência para algum tipo de atividade que está se intensificando com o tempo", disse à Agência Brasil a gerente do Observatório Softex, Virginia Duarte. Ela participa do 9º Encontro Nacional de Tecnologia e Negócios (Rio Info 2011), que começa nesta terça-feira (27) no Rio.

Até 2016, a projeção é que o setor de TI nacional cresça em torno de 7,7% ao ano. "Ainda  acima do PIB, mas um pouco menor do que a gente viu para o período anterior. Há uma tendência de desaceleração do crescimento, mas não muita". A previsão considera um PIB moderado de 4,5%  ao ano, até 2016. Virginia disse que se a economia crescer acima de 4,5%, a tendência é que a indústria fique mais aquecida.

Para o ano de 2011, a estimativa é que o faturamento do setor de software e serviços de TI atinja R$ 63 bilhões. A expansão será superior a 7% em relação a 2009, disse Virginia. Não há ainda números relativos a 2010, informou.

Ela concordou com a opinião do presidente do Sindicato das Empresas de Informática do Estado do Rio de Janeiro (Seprorj), Benito Paret, de que está havendo uma estagnação da indústria fluminense de TI, embora ela permaneça na segunda posição do ranking nacional em número de empresas, pessoas ocupadas e receita. "Enquanto São Paulo cresce a taxas significativas, o Rio de Janeiro está dando uma estagnada. E, provavelmente, o Benito tem razão, isso se deve à questão de incentivo fiscal".

Segundo o presidente do Seprorj, a redução prevista de 5% para 2%  do Imposto sobre Serviços (ISS) para o setor de TI do Rio de Janeiro não ocorreu até agora, o que prejudica a indústria local.

Por outro lado, está havendo um crescimento importante nos estados do Sul, que mostram expansão superior à do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, revelou a gerente do Observatório Softex.  Em termos de emprego, ela disse que há registro de crescimento. O grupo, que reúne sócios e assalariados, alcança em torno de 590 mil pessoas, das quais 100 mil seriam sócios, englobando aí os consultores pessoas jurídicas.

No grupo de assalariados, estão incluídos os profissionais especializados de TI, como analistas, engenheiros de computação, administradores de banco de dados, programadores e especialistas, entre outros, que chegam a 200 mil pessoas.

Virginia Duarte analisou que a tendência é de expansão do mercado de trabalho formal no setor de TI, devido às medidas determinadas pelo governo federal de desoneração da folha de pagamento. Isso deve mudar a composição da força de trabalho, com a inclusão de pessoas terceirizadas na folha. "O mercado de trabalho formal, de assalariados e celetistas, vai crescer e vai diminuir o número de sócios de empresas", estimou. "Isso é bom, porque a concorrência está braba".

Virginia Duarte avaliou que a maior concorrência às empresas nacionais de TI vem da Índia e da China, "principalmente na parte da indústria mais voltada para o modelo baseado em serviços de mais baixo valor". Ela índicou que o segmento em que a competição fica mais complicada é a de serviços de TI de desenvolvimento sob encomenda para a rede global.

O Rio Info 2011 se estenderá até o próximo dia 29. A Sociedade Softex é a gestora do Programa para a Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Programa Softex).

 

Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Pernod Ricard Brasil renova contrato com a Beam para a distribuição dos whiskies Teacher’s, Maker’s Mark e Jim Beam

Acordo, que reforça a parceria de sucesso entre as duas empresas no Brasil, terá duração de quatro anos.

A Pernod Ricard – multinacional francesa co-líder de mercado de destilados e vinhos – e a Beam Global Spirits & Wine - quarta maior empresa de destilados do mundo – renovaram seu acordo de distribuição para o Brasil. O acordo foi estendido para mais quatro anos e prevê a importação exclusiva e os direitos de distribuição no mercado brasileiro do whisky Teacher´s, assim como dos bourbons Maker's Mark e Jim Beam.

"Estamos muito felizes com a renovação dessa parceria. Teacher's, Maker's Mark e Jim Beam são marcas crescentes globais que somam forças em nosso já renomado portfólio de bebidas", afirma Bryan Fry, presidente da Pernod Ricard Brasil.

O primeiro acordo entre Pernod Ricard Brasil e Beam foi firmado em 2006 e desde então as duas empresas vêm trabalhando em prol do desenvolvimento das três marcas no mercado brasileiro.

Engarrafado no Brasil, Teacher´s é o whisky mais vendido do mercado brasileiro em todos os segmentos, com 22,4% de market share nacional (AC Nielsen JJ'11). Possui forte presença no Nordeste, com 44,1% de participação do segmento.

Na comparação entre os dois últimos anos fiscais da Pernod Ricard Brasil (julho 09 a jun10 x jul10 a jun11), Teacher's teve um crescimento de volume de 9% no Brasil.

"O Brasil é um país emergente muito importante para a Beam e esperamos dar continuidade ao crescimento de nossas marcas neste mercado junto com a Pernod Ricard como o o nosso parceiro de distribuição", afirma Paulo Krieger, Diretor Geral da Beam Global Spirits & Wine na América do Sul e Central.

Inovações- Para trazer ainda mais crescimento para a marca, Teacher´s está chegando ao mercado brasileiro em uma nova embalagem. Com rótulo repaginado e cores mais quentes e detalhes em tons dourados, o logotipo e o brasão da marca ficaram mais modernos e com destaque para a destilaria de Ardmore, na Escócia. Os novos elementos também serão destacados nos pontos de venda.

Pernod Ricard Brasil-A Pernod Ricard está presente em mais de 70 países, gerando mais de 17 mil empregos diretos e indiretos em todo o mundo. No Brasil, emprega mais de 500 pessoas; possui um escritório administrativo em SP e duas unidades fabris, localizadas em Suape/PE e Resende/RJ, além de um centro de distribuição em Louveira/SP.

Perfil-Beam é uma das maiores companhias de destilados premium do mundo, com um portfólio de aproximadamente 100 marcas (incluindo as dez das 100 marcas top de destilados premium do mundo). Com mais 12 operações globais e unidades produtivas, além dos 3.200 funcionários ao redor do planeta. Consumidores de todos os cantos do globo pedem nossas marcas, incluindo Jim Beam® Bourbon, Sauza® Tequila, Canadian Club® Whisky, Courvoisier® Cognac, Teacher's® Scotch Whisky, Maker's Mark® Bourbon, Skinnygirl Margarita™, Laphroaig® Scotch Whisky, Cruzan® Rum, Hornitos ™ Tequila, EFFEN® Vodka, Larios® Gin, Whisky DYC®, DeKuyper® Cordials e Knob Creek® Bourbon. Crescimento por meio de inovações é uma estratégia chave na Beam Global, com Jim Beam Devil's Cut™, Skinnygirl Sangria™, Cruzan® 9 Rum, Maker's 46™ Bourbon e Courvoisier® 12 Cognac e Courvoisier® 21 Cognac todos lançados ao longo do ano passado. Beam é parte da Fortune Brands, Inc. (NYSE:FO), uma companhia líder de marcas de consumo, e se tornará uma empresa de capital aberto.

Valter Barreto

(   55 81 8842-1455


"Não há solidão mais triste do que a do homem sem amizades. A falta de amigos faz com que o mundo pareça um deserto." Francis Bacon


PQ Antes de imprimir pense em seu compromisso  com o Meio Ambiente


Refinaria terá que reforçar mão de obra

Pico da obra do empreendimento terá 35 mil trabalhadores

A Refinaria Abreu e Lima (Rnest), que está sendo erguida no Complexo de Suape, deverá ter 35 mil funcionários no pico da construção, que começa a partir deste mês. A estimativa inicial era que esse número ficasse em 28 mil funcionários, mas a necessidade de acelerar o cronograma puxou a previsão para cima. Ontem, durante palestra no Simpósio sobre o Novo Marco Regulatório da Indústria Petrolífera Nacional, realizado pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), o diretor corporativo da Rnest, João Batista Aquino, adiantou que a construção do empreendimento já conta atualmente com 30 mil trabalhadores.
Aquino explica que o aumento na contratação de mão de obra não vai elevar o valor da obra, orçada atualmente em R$ 26 bilhões. O valor inicial da refinaria era de US$ 4,05 bilhões. "A estimativa de trabalhadores na obra é uma estratégia das empreiteiras. Se em alguns momentos elas atrasaram parte da obra, como nos meses de chuva, por exemplo, agora vão tentar recuperar esse tempo mobilizando mais funcionários. Como o contrato com a Petrobras já está assinado, não tem alteração para a estatal", destaca.
O executivo reforça, ainda, que a refinaria vai entrar numa fase de contratação de profissionais mais especializados, porque está acelerando a etapa de montagem. Até o próximo mês, a previsão é de que 40% da obra esteja concluída. As unidades mais adiantadas são casa de força, tanques (de água, petróleo e produtos) e a estação de tratamento d'água. 
Aquino revela que a Petrobras já aportou R$ 8,5 bilhões na obra da Rnest. "O desembolso médio é de 600 milhões por mês", calcula. Por enquanto, a estatal venezuelana PDVSA não aportou nenhum recurso na refinaria. Desde a semana passada, Petrobras e PDVSA dão informações diferentes sobre a participação venezuelana no empreendimento, que seria bancar 40% do empréstimo captado pela Petrobras junto ao BNDES. Na última quinta-feira, a estatal venezuelana encaminhou nota à imprensa afirmando que havia entregue as garantias ao BNDES.
João Aquino lembra que se for confirmada a participação da PDVSA na Abreu e Lima, será necessário aumentar o valor do projeto em R$ 400 milhões para construir uma unidade de tratamento de enxofre para o petróleo venezuelano.

Fonte: JC Online

Crescimento econômico e problemas de infraestrutura são paradoxo do Brasil, diz Eike Batista

Crescimento econômico e problemas de infraestrutura são paradoxo do Brasil, diz Eike Batista

Em um tom otimista, ao discursar para empresários alemães, o dono do grupo OGX, Eike Batista, disse nesta segunda-feira (19) que o Brasil vive um momento de crescimento econômico que deve se estender pelos próximos 20 anos, mas que esbarra em "doces" problemas. Segundo ele, a falta de infraestrutura logística limita a produção. Eike citou especialmente os portos, que, para ele, apresentam mais problemas que os aeroportos.

Para o empresário, mesmo assim, o Brasil está em uma situação de expansão, "absolutamente inversa à dos americanos e à dos europeus", que "terão que apertar o cinto por, no mínimo, uma década" em decorrência da crise econômica que atinge os países.

Eike falou hoje durante o Encontro Econômico Brasil-Alemanha 2011, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) do Brasil e a similar alemã, a Bundesverband der Deutchen Industries. O evento se estende até esta terça (20) e tem o objetivo de divulgar oportunidades de negócios e cooperação entre empresários dos dois países.

O empresário lembra que, para tentar frear o crescimento econômico no Brasil, insustentado por questões de falta de infraestrutura e gerador de um processo inflacionário acima da meta estabelecida, o governo brasileiro precisou subir a taxa de juro. "Começamos a sofrer problemas de inflação por causa do crescimento excessivo e de gargalos do tipo logístico, chamados sweet problems: problemas doces de se resolver" , disse Eike, que atua no setor.

O presidente da OGX também destacou o potencial do Brasil de alimentar negócios com a Europa por ser o "mais ocidental do Brics [Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul]" e ter diversas semelhanças culturais em função da colonização. Ele desafiou empresários europeus a tomar decisões nos negócios de forma mais ágil que os asiáticos. "O mundo está de olho no Brasil", avisou.

Ao comentar a legislação brasileira, sem fazer referência direta à burocracia, o empresário, falando em alemão, citou a emissão de licenças ambientais e explicou que a demora se justifica para análise de danos ambientais e sociais causados por grandes empreendimentos. "O processo é demorado, mas as empresas têm de gastar mais, têm de fazer as coisas direito, têm o social envolvido", disse Eike. "As empresas só querem gastar quando começam a ganhar lucro. Aí, é muito tarde, você não vai conseguir as licenças sem o trabalho preparatório", acrescentou.

O empresário também demonstrou interesse em participar, com uma empresa alemã, da gestão de aeroportos concedidos à administração da iniciativa privada no Brasil e declarou a intenção de participar da licitação de campos de petróleo do pré-sal.

Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Próxima fábrica da Volkswagen pode ser erguida em Suape, Pernambuco

Próxima fábrica da Volkswagen pode ser erguida em Suape, Pernambuco

14/09/2011 14:40  - Foto: Divulgação

Próxima fábrica da Volkswagen pode ser erguida em Suape, Pernambuco

Marca alemã já demonstra interesse no estado desde 2008, e pode construir no complexo portuário uma fábrica com capacidade para 250 mil veículos/ano

da Redação

O Complexo Industrial Portuário de Suape, em Pernambuco, perdeu a fábrica da Fiat para a cidade de Goiana, por questões técnicas. Agora, a Volkswagen pode instalar no local sua quinta unidade industrial no país. De acordo com o jornal Diário de Pernambuco, executivos da empresa já estiveram sobrevoando a área recentemente. 

O vice-presidente do complexo, Frederico Amâncio, afirmou à publicação pernambucana que a área está aberta a qualquer empresa que demonstre interesse nesse tipo de operação. O executivo também reiterou que a Fiat deve instalar um centro logístico e uma área de distribuição em Suape, mesmo com a transferência da fábrica para Goiana.

O presidente da Volkswagen no Brasil, Thomas Schmall, já confirmou os planos da marca, que pretende construir uma nova unidade com capacidade inicial para 250 mil veículos por ano. O investimento será de cerca de R$ 1 bilhão. Além de Pernambuco, cinco estados são cogitados para receber a fábrica, incluindo o Paraná, que já abriga a unidade de São José dos Pinhais.

A Volkswagen demonstra interesse em Suape desde 2008, quando um diretor da empresa chegou a anunciar que a montadora estava estudando a instalação de uma central de distribuição na região, para atender aos mercados do Norte e Nordeste. À época, a empresa declarava ter intenção de investir R$ 12 milhões no empreendimento.

Atualmente, a General Motors é a única empresa da indústria automotiva presente em Suape, por meio de um centro de distribuição inaugurado em maio de 2010. O pátio da empresa norte-americana tem 37 mil m² e capacidade para movimentar até 25 mil unidades por ano. Do local, a GM distribui veículos importados da fábrica argentina de Rosario para 49 concessionárias em 14 estados das regiões Norte e Nordeste.

O Complexo Industrial Portuário de Suape já possui 140 empresas implantadas e em implantação, que empregam cerca de 60 mil trabalhadores. O estado de Pernambuco já está em negociações com mais 24 companhias, de segmentos como pneus e alimentos, para atrair mais investimentos para a região. (com informações do Diário de Pernambuco)

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Governo traz para Pernambuco a maior usina termelétrica do mundo

Suape vai ganhar uma planta de energia termelétrica no valor de R$ 2 bilhões. Nesta terça-feira (13), o Governo de Pernambuco e a empresa Star Energy Participações, do Grupo Bertin, assinaram o protocolo de intenções para instalação da Térmica Bertin, durante evento realizado no Palácio do Campo das Princesas. Com capacidade de gerar 1.452 Megawatts por hora, a nova unidade será a maior do mundo.

"Escolhemos Pernambuco para fazer o nosso maior empreendimento de energia e maior térmica do mundo. São 1.452 MW, o suficiente para produzir energia para toda a Grande Recife num eventual colapso", disse Fernando Antônio Bertin, diretor do grupo.

O empreendimento prevê ainda a instalação de um Terminal de Armazenagem de Granéis Líquidos para armazenar o combustível que será utilizado na usina. A expectativa é de que 2.500 empregos, entre diretos e indiretos, sejam gerados quando a unidade entrar em operação, e outros quatro mil sejam abertos durantes as obras.

Após dois anos de construção civil, a termelétrica será a terceira a funcionar em Pernambuco. Sua capacidade supera em muito a soma das outras duas. "Para vocês terem uma ideia, a Suape Energy, outra planta térmica em implantação lá em Suape, tem 380 megawatts e a Termopernambuco tem 530", comparou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Júlio.

Para o governador Eduardo Campos, o aumento na geração de energia no estado garante o crescimento sustentável do ciclo virtuoso da economia pernambucana. "Na verdade, estamos desafiados a construir uma termelétrica que é a metade da produção de energia da Usina de Xingó, a última hidrelétrica construída ao longo do São Francisco pela Chesf". A Usina de Xingó possui 3.162 MW de potência instalada.

Fernando Antônio Bertin fez questão de destacar também o apoio recebido do Governo do Estado, que concedeu incentivos de ICMS e 94 hectares para a implantação das plantas (80 hectares no Cabo de Santo Agostinho e 14 na Zona Industrial de Ipojuca). A primeira área vai abrigar a termelétrica e a segunda será destinada à implantação do Terminal de Armazenagem de Graneis Líquidos. "Foi fundamental a recepção que a gente teve do governo. Isso foi determinante para que a gente viesse para Pernambuco", ressaltou Bertin.

O projeto do Terminal de Armazenagem de Granéis Líquidos está diretamente relacionado ao da Termelétrica, que utilizará óleo combustível, mas permitirá também a movimentação de outros insumos, ampliando a capacidade de armazenagem do Polo de Graneis Líquidos em Suape. "Esse vai operar cerca de 6 mil toneladas/mês de óleo combustível, ou seja, uma movimentação importante para o Porto de Suape", afirmou Geraldo Júlio, lembrando que o porto pernambucano bateu recordes de movimentação de cargas no mês passado, com mais de um milhão de toneladas transportadas.

O GRUPO - Fundado há mais de 30 anos na cidade de Lins, interior do Estado de São Paulo, o Grupo Bertin iniciou suas atividades no segmento de agroindústria. A partir de 2003, expandiu suas operações para os setores de infraestrutura e energia.

Hoje, conta com milhares de colaboradores e atua nos segmentos de: Energia - Renovável, Fóssil, Açúcar e Álcool; Infraestrutura - Construção Civil, Concessões de Rodovias e Saneamento Básico; Equipamentos de Proteção Individual; Agronegócio - Confinamento e Reflorestamento; Higienização Industrial e Hotelaria.

Fonte: Blog Jamildo

Suape terá termelétrica e terminal de granéis líquidos de R$ 2 bilhões

O Complexo Industrial Portuário de Suape ganhará uma termelétrica e um terminal de armazenagem de granéis líquidos da Star Energy Participações, do Grupo Bertin. O empreendimento contará com investimentos de R$ 2 bilhões e deve gerar 500 empregos diretos, além de 2 mil postos de trabalho indiretos e 4 mil durante no canteiro de obras, segundo cálculos do governo do estado. 

O protocolo de intenções será assinado por dirigentes da empresa e pelo governador Eduardo Campos amanhã (13), às 16h, no Palácio do Campo das Princesas.

A unidade termelétrica será a terceira usina instalada em Suape e a maior do estado, com capacidade de gerar 1.452 MW (megawatts). O projeto do terminal de armazenagem utilizará óleo combustível, mas permitirá a movimentação de outros insumos, ampliando a capacidade de armazenagem do polo de granéis líquidos em Suape.

Fonte: PE.com

domingo, 11 de setembro de 2011

Montadora chinesa investe US$ 500 milhões

Foton Motors, a maior fabricante de caminhões do mundo, avalia fábrica até 2014 em Goiás ou em Pernambuco

A Foton Motors, maior fabricante de caminhões do mundo, definiu investimento de US$ 500 milhões na construção de uma fábrica no Brasil. Será a primeira do grupo fora da China, onde há 11 unidades voltadas para a construção desses veículos.

Executivos da empresa estiveram no início da semana em Goiás, onde observaram possíveis locais para receber a unidade fabril.

Os chineses avaliam também, neste momento, se instalar em Pernambuco.

A previsão é que a fábrica comece a operar em 2014. Além de caminhões, a Foton produz ainda picapes, ônibus e vans.

A Foton quer seguir o rastro das montadoras chinesas no Brasil, que chegaram em 2007 e cujas vendas não param de crescer.

O investimento inicial, no entanto, será em outro segmento. A Foton vai focar na venda de caminhões semileves -de 3, 6 e 9 toneladas.

De acordo com Marcio Vita, diretor financeiro da empresa, o mercado desses veículos ainda é incipiente, com produtos de baixa qualidade. Ele afirma que esses veículos serão voltados para deslocamentos mais curtos, e com cargas mais leves.

"Nossos caminhões terão, por exemplo, ar-condicionado e vidros com trava elétrica", afirma.

A companhia deve iniciar, a partir de outubro, a venda de 200 unidades. Os modelos da Foton estão em fase final de homologação. A promessa da empresa é oferecer produtos com boa qualidade, e de 10% a 15% mais baratos do que a média do mercado.

Para o ano que vem, a previsão é que sejam vendidos 2.000 caminhões semileves. Modelos mais pesados chegarão ao país a partir de 2012.
Em cinco anos, a Foton planeja vender 15 mil veículos por ano. "É uma previsão pessimista. O mercado de semileves é relativamente novo, e vamos oferecer coisas que as outras marcas não possuem", afirma Vita.
Ele lembra que, somente no ano passado, a Mercedes vendeu 18 mil unidades.

A filial brasileira da Foton é comandada pelo ex-ministro das Comunicações Luiz Carlos Mendonça de Barros, colunista da Folha.

Inicialmente, está prevista a abertura de três concessionárias em São Paulo, que estarão funcionando a partir do final deste ano. Ao fim de 2012, o planejamento prevê dez lojas. Em cinco anos, serão 80 pontos de revenda.

O secretário de Indústria e Comércio de Goiás, Alexandre Baldy, embarca neste mês para a China. Segundo ele, além da Foton, o Estado negocia a instalação de outras três montadoras chinesas. Uma delas é a JAC Motors, que prevê investimentos de US$ 600 milhões na sua primeira fábrica no país.

"Conversamos com muitas empresas, mas as chinesas são maioria. Estamos oferecendo incentivos e linhas de financiamento", afirma.

Vita destaca que o Brasil é um mercado "extremamente estratégico" para os chineses. A Foton exporta somente 5% do que produz.

"A empresa precisa ir para outros mercados, e com vendas de valor agregado. Há poucas opções", afirma.

Da Folha de São Paulo

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Grupo Jereissati construirá moinho de R$ 200 milhões em Suape

O Complexo de Suape ganhará um novo "hóspede" milionário. O empreendimento da vez é o Grande Moinho Cearense, do Grupo Jereissati, que construirá no local uma fábrica de farinha de trigo orçada em R$ 200 milhões. A planta começará a ser construída até março e tem inauguração prevista para dezembro de 2013.

A nova unidade terá capacidade de moagem de 1,3 mil toneladas de trigo por dia, volume 30% superior à do moinho do Porto do Mucuripe, em Fortaleza, cuja capacidade produtiva é de mil toneladas diárias.

O presidente do Moinho Cearense, o engenheiro e bioquímico Roberto Schneider, afirmou em nota à imprensa que, com a nova fábrica, espera intensificar o atendimento aos mercados de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia.

A decisão de construir um novo moinho em Suape tem por base o aquecimento do setor e o incremento de 133,5% nas vendas, que saltaram de 176,13 mil sacas mensais de farinha de trigo, em 2006, para 411 mil sacas neste ano. Performance que permitiu a empresa elevar o faturamento de R$ 151,52 milhões no acumulado de janeiro a julho de 2010 para R$ 229,04 milhões nos primeiros sete meses deste ano, o equivalente a um aumento de 51,2%.

Fonte: DP

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