terça-feira, 26 de julho de 2011

Salários e oportunidades atraem cada vez mais estrangeiros para o Brasil

O Brasil está atraindo cada vez mais trabalhadores estrangeiros. Balanço do Ministério do Trabalho e Emprego mostra que, apenas no primeiro semestre do ano, 26,5 mil estrangeiros conseguiram autorização para trabalhar no país. Na maioria, vistos temporários com validade de até dois anos. Aumento de 19,4% em comparação com 2010, quando foram emitidos 21,1 mil vistos para trabalhadores estrangeiros.

O país está recebendo, principalmente, portugueses, espanhóis, norte-americanos e trabalhadores dos países da América do Sul. Os profissionais vêm para ocupar vagas nos setores ligados à engenharia, infraestrutura e tecnologia, como construção civil,  portos, petróleo e gás e tecnologia da informação. Os estrangeiros também encontram oportunidades na área financeira, principalmente os especializados em contabilidade internacional, que enfrentam dificuldades para conseguir colocação no país de origem, em razão dos efeitos da crise econômica que atinge a Europa e os Estados Unidos.

A Consultoria Hays atua em 29 países e recruta executivos para empresas dos mais diversos segmentos. De acordo com pesquisa da consultoria, 80,4% das empresas do Brasil demonstraram a intenção de contratar. Para César Rego, gerente da Hays em Curitiba, o número de estrangeiros dispostos a trabalhar no país reflete o crescimento da economia brasileira. "Eles veem aqui a oportunidade de desenvolvimento profissional , para ganhar responsabilidade e visibilidade nas corporações. Além disso, a União Europeia e os Estados Unidos perceberam que a qualidade de vida aqui já está em padrões aceitáveis. Em alguns cargos, principalmente na área de financias, o executivo brasileiro já é mais bem remunerado".

Segundo dados da Coordenação-Geral de Imigração, vinculada ao Ministério do Trabalho, órgão que concede os vistos de trabalho aos estrangeiros que querem trabalhar no Brasil, as cidades mais procuradas pelos estrangeiros são São Paulo e Rio de Janeiro.

O espanhol da cidade de Marbella Álvaro Torquemada, de 36 anos, é casado com uma brasileira. Formado em administração em 2009, ele terminou um curso de pós-graduação do tipo MBA (Master of Business Administration) no IE Business School, da Espanha. Como o país europeu também sofre com a crise econômica internacional, Torquemada decidiu vir para o Brasil. "Vi que no Brasil teria mais oportunidades que na Espanha para o crescimento profissional", disse ele.

Torquemada conseguiu emprego de gerente de consultoria em Sustentabilidade da empresa Eccaplan e mora na capital paulista há um ano e meio. Segundo ele, o processo para conseguir o primeiro emprego aqui foi demorado. Levou quatro meses e seis entrevistas. Já a mulher dele, formada em publicidade e marketing, conseguiu emprego assim que chegou ao Brasil. "Hoje, os salários em São Paulo estão mais altos que na Espanha. Além do mais, já sou apaixonado pelo Brasil e adoro morar aqui ", disse Torquemada.

De acordo com César Rego, esse tipo de profissional qualificado que vêm para o Brasil traz práticas e tecnologias que ajudam a desenvolver e expandir a economia do país. E a chegada de profissionais estrangeiros não diminui as chances dos brasileiros de conseguir se posicionar no mercado de trabalho. "É porque o Ministério do Trabalho determina que, para trazer alguns profissionais, é preciso comprovar que não existe essa mão de obra no país", explicou o consultor.

Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Italianos prospectam negócios em Pernambuco

Um grupo de 32 empresários e representantes do governo da Lombardia assinaram ontem acordo de cooperação entre Per­nambuco e o estado italiano. Com propósito prospectivo e bilateral, o objetivo é viabilizar, sobretudo, a atuação no Estado de pequenas e médias empresas em setores como petróleo e gás, metalmecânico, energia e indústria naval. Além disso, a troca de experiências de formações técnicas profissionais também faz parte da missão, cujos representantes estiveram reunidos ontem com o governador Eduardo Campo. Nos últimos dois dias, 17 empresas italianas e 21 pernambucanas participaram de rodadas de negócios, com apoio da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe).

"As empresas daqui são de interesse do nosso cluster (arranjo produtivo), como as de óleo e gás, naval, energia renovável, tecnologia. A ideia é que pequenas e médias empresas desenvolvam atividades econômicas em Pernambuco", disse o vice-governador da região da Lombardia, Andrea Gibelli. Casagrande Ingranaggi, Galbiati Group e a Pigozzi Impiantistica são algumas das empresas interessadas em vir para o Estado. "Trata-se de uma sinergia institucional e empresarial. Pernambuco é destino de grandes investimentos", comentou o secretário do Governo, Maurício Rands.

"A vinda desses investimentos é importante, pois Pernambuco representa hoje 74% da indústria naval de todo o País", disse o coordenador executivo da Fiepe, Antonio Sotero. Ele lembrou que, segundo dados do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), cerca de R$ 1,6 trilhão serão investidos nos próximos três anos em infraestrutura, indústria e edificações. Hoje, a comitiva visita o Complexo de Suape, onde assistirá apresentações de projetos, como o de empreendedorismo com jovens carentes do município de Rio Formoso - denominado Nossa Juventude -, que conta com diversos parceiros, entre eles, a Usina Cucaú.

Fonte: Folha de Pernambuco(PE)

domingo, 17 de julho de 2011

Governo gaúcho e empresários buscam oportunidades junto ao Porto de Suape

 Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul, realizou, no dia 06 de julho, um evento estratégico para o polo naval da zona Sul. Liderou uma visita em comitiva com empresários ao Complexo Portuário de Suape, em Pernambuco. 


O objetivo foi conhecer a experiência local para verificar possibilidades de negócios no processo de expansão da indústria naval nordestina, "de maneira a descobrir que negócios podem ser feitos com as empresas do Rio Grande do Sul", divulgou a própria Agência.

De acordo com o presidente da AGDI, Marcus Coester, há oportunidades que poderiam ser aproveitadas por fornecedores gaúchos, onde a tradição metal-mecânica é mais consolidada do que no Nordeste. Dos US$ 224 bilhões que a Petrobrás pretende investir até 2014, cerca de 40% está na região, que cresce a ritmo mais elevado do que o País. A expansão abre caminhos para um crescimento estratégico das empresas gaúchas da indústria oceânica. "Há mercado para as nossas empresas, pois existem poucos fornecedores locais", explicou Coester, ao final da visita.

No complexo de Suape, estão sendo erguidos uma refinaria de US$ 13 bilhões e uma planta petroquímica de US$ 2,5 bilhões. O desafio de gestão que está colocado para a nova estratégia de desenvolvimento do Estado, segundo Coester, é equilibrar a conquista de novos mercados, gerando empregos no Rio Grande do Sul.

A visita, organizada em parceria com a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) e que contou com a participação do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e do Badesul, também serviu para conhecer a experiência de gestão do polo naval.

O Complexo Portuário é administrado por uma empresa, a Suape Global. Coester entende que os desafios entre a experiência gaúcha e pernambucana são semelhantes no sentido de encontrar mão-de-obra qualificada e garantir um fornecimento de matéria-prima. "Se quisermos ser competitivos nesta indústria, precisamos encontrar uma solução para o problema do preço do aço brasileiro, que é elevado", disse Coester. Em agosto, um grupo de pernambucanos vai retribuir a visita técnica e virá conhecer a experiência gaúcha.

Polo Naval gaúcho avança - O projeto de construção de um estaleiro na região de São José do Norte, na zona Sul do Rio Grande do Sul, muito próximo ao Porto de Rio Grande, deve ter a licença ambiental necessária para o começo das obras neste segundo semestre. A projeção é do presidente da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), Marcus Coester, e tem sido um dos temas de maior repercussão entre as atividades da gestão atual da Secretaria de Desenvolvimento do Estado. A AGDI está vinculada à Secretaria. Desde que assumiu a Agência, no início de 2011, Coester tem se empenhado para efetivar as promessas e oportunidades de investimentos na área de negócios já chamada pelos empresários gaúchos de Nova Economia do Polo Naval, incluindo também possibilidades na área de Petróleo e Gás.

No caso de Polo Naval, a empresa Estaleiros do Brasil (EBR) espera essa liberação para iniciar o seu empreendimento no Estado. Há poucos dias, representantes da companhia e do grupo de trabalho de licenciamento ambiental, coordenado pelo gabinete do governador Tarso Genro e que tem como objetivo acelerar as iniciativas consideradas estratégicas para o Estado, reuniram-se.

Coester acredita que as tratativas realizadas atendem ao cronograma da companhia, que terá tempo hábil para participar de concorrências realizadas pela gigante Petrobras. A EBR é controlada pela Setal Óleo e Gás (SOG) e anunciou oficialmente a sua intenção de realizar um estaleiro no Rio Grande do Sul em novembro do ano passado. Na ocasião, o presidente da empresa, Alberto Padilla, detalhou que a estrutura, em uma primeira fase, depois de um ano da conquista do licenciamento, deverá desenvolver a implementação de módulos de plataformas de petróleo.

De acordo com as imprensa local, em uma segunda etapa do projeto, após dois anos da licença, deverá operar em plena capacidade, podendo atender a encomendas de plataformas inteiras.

O complexo também realizará navios AHTS (Anchor Handling Tug Supply), embarcações especializadas no apoio da produção e exploração do petróleo. O investimento no estaleiro é estimado atualmente em R$ 672 milhões. Marcos Coester afirma que se trata de um investimento significativo dentro da cadeia oceânica, vista como prioridade pelo governo.

Em apresentações realizadas para empresários gaúchos, como na Federação das Indústrias, o presidente da Agência confirmou que a obra contribuirá para o desenvolvimento da região, que enfrenta hoje dificuldades econômicas. "O estaleiro praticamente não implica emissões, sendo uma indústria de baixo impacto ambiental, adequada para aquele local", afirmou.

Por outro lado, o Coester, adianta que a EBR deve apresentar o estudo de impacto ambiental (EIA) do estaleiro ainda em julho. De acordo com informações do governo estadual, o EIA deverá definir os limites da área geográfica a ser afetada diretamente pela atividade e dos territórios que sofrerão influência direta ou indireta.

Além das delimitações, essas áreas deverão ser caracterizadas segundo suas peculiaridades e os impactos às quais serão submetidas. Nesse item, deverão ser considerados parâmetros como bacia hidrográfica, uso e ocupação do solo, bem como indicadores sociais, ecossistemas predominantes, entre outros pontos.

Caberá à empresa, ainda, analisar as medidas socioeconômicas para que a região tenha condições de receber o empreendimento que, segundo as estimativas, deve quadruplicar a população de São José do Norte nos próximos anos e fomentar a economia da região.

Além do processo na Fepam, a Procuradoria da República no município de Rio Grande instaurou um procedimento administrativo para acompanhar o licenciamento ambiental do estaleiro. A procuradora do Ministério Público Federal de Rio Grande, Anelise Becker, lembra que a área portuária localizada em São José do Norte não possui ainda empreendimentos implantados.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Promessa de novos investimentos para o Estado deve gerar 1.641 empregos

Caso os protocolos de intenções para implantação de novos empreendimentos para o Estado se concretizem, será investido R$ 1,05 bilhão, gerando 1.641 empregos.


Conheça cada uma das empresas:

1) Grupo FairWay - com sede no Espírito Santo, o grupo é composto por quatro unidades de negócios distintas: mineração, logística, saneamento e energia. O projeto Pernambuco é uma expansão das atividades da EDK, visando o mercado do Nordeste e internacional através da produção de carbonatos para os mercados de tintas, papel, plástico e siderurgia, sendo responsável por toda a cadeia de produção, desde a extração das matérias primas (dolomita e calcita) até a administração de toda cadeia logística do suprimento. A fábrica deve ser instalada em Moreno, terá seis hectares de área e R$ 20 milhões de investimentos, gerando 40 empregos diretos. As obras terão início em outubro deste ano e têm conclusão prevista para abril de 2012.

2) Famastil Taurus - Sediada no Rio Grande do Sul, a Famastil é especialista em ferramentas de construção e jardinagem. Atualmente, além de distribuir sua linha de produtos no mercado interno, exporta para cinco continentes, oferecendo sua qualidade para grandes redes de varejo do mundo todo. Em Pernambuco, a fábrica será instalada em São Lourenço da Mata, terá três hectares de área, R$ 18 milhões em investimentos, 120 empregos diretos. As obras devem começar em setembro deste ano e a operação é prevista para março de 2012.

3) Prat-K Utilidades Domésticas -
Com mais de 10 anos de existência, a Prat-K, com sede no Rio Grande do Sul, tem posição consolidada entre os maiores fabricantes mundiais de prateleiras e passou a explorar esse mercado a partir da constatação da mudança do perfil do consumidor brasileiro. Em Pernambuco, a fábrica será instalada em São Lourenço da Mata, terá três hectares de área, R$ 14 milhões em investimentos, 80 empregos diretos e cronograma de obras previsto para ter início em setembro deste ano e fim em março de 2012.

4) Companhia Brasileira de Materiais de Construção - A empresa pretende instalar-se no município do Cabo de Santo Agostinho, numa área de 15 hectares, dentro do território estratégico de Suape. Tem como principal atividade a moagem de cimento e, em Pernambuco, deve investir R$ 33 milhões, gerando 120 empregos diretos. A previsão para o início das obras é setembro deste ano.

5) Grande Moinho Cearense - Localizado no Porto do Mucuripe, Fortaleza, tem capacidade de moagem 500 ton/dia, e ensilhagem de 220 mil toneladas de trigo, atua em todo Norte e Nordeste do Brasil, tendo como principais produtos as farinhas de trigo D. Maria, Cearense 000, Pré Pão e o farelo de trigo Catahu. A empresa faz parte do grupo controlado por Carlos Francisco Ribeiro Jereissati. Em Pernambuco, será instalada em Ipojuca e terá 4,4 hectares de área, R$ 160 milhões em investimentos e gerará 146 empregos. O cronograma prevê início de obras no começo de março de 2012 e fim em outubro de 2013.

6) Brasil Carbonos - O projeto destina-se à implantação de unidade industrial para beneficiamento e armazenagem de coque verde de petróleo (CVP), que será fornecido pela Petrobras Distribuidora, enquanto cliente da Brasil Carbonos S/A. O beneficiamento em questão resume-se na classificação granulométrica através de britagem e peneiramento separando as frações de o a 10mm e de 10 a 50 mm. A unidade será instalada no município de Ipojuca, em Suape, e terá capacidade de processamento de 100 mil ton/mês. A armazenagem é feita em uma área de 20 mil metros quadrados, com capacidade de armazenamento de 90 mil toneladas de coque. A previsão é investir R$ 100 milhões e gerar 45 empregos.

7) Eletrolux - É a maior fábrica mundial de eletrodomésticos, produzindo 55 milhões de produtos/ano. O Grupo Electrolux é formado por mais de 500 empresas, localizadas em 60 diferentes países, seus produtos são comercializados através de 300 diferentes marcas, em mais de 100 países. Ainda não está definido para onde a planta vai. O investimento será de R$ 30 milhões, 270 vagas diretas serão abertas e as obras devem começar em 2013.

8) Grupo Bolongnesi - O grupo tem 40 anos de experiência nos setores de concessões públicas, construção pesada e imobiliário. Dentre suas principais atividades, destaca-se: desenvolvimento de loteamentos residenciais para classes C e D, concessão para exploração de rodovias, infraestrutura e energia elétrica. Há mais de dois anos desenvolve projetos a Gás Natural Liquefeito, se posicionando mais uma vez como indutor de um novo marco para o setor elétrico brasileiro, ao disponibilizar gás natural importado para a produção de energia. Em Pernambuco, será instalada em Suape e fará investimentos na ordem de R$ 600 milhões. 120 empregos serão gerados. As obras têm início em junho de 2012.

9) Sasazaki Indústria e Comércio - A empresa é reconhecida pela liderança e qualidade de suas portas e janelas de aço e de alumínio e está entre as maiores e melhores indústrias do setor na América Latina. Atualmente, a Sasazaki possui um parque industrial com tecnologia própria, instalado em 73 mil metros quadrados de área construída, localizado em Marília (SP). Os produtos são revendidos por cerca de cinco mil pontos de venda, distribuídos em todo o Brasil e, anualmente, a empresa passa a fazer parte de mais de mais de 200 mil edificações residenciais, comerciais e industriais. Ainda não se sabe onde será instalada no Estado, mas a promessa é que custe R$ 19 milhões e gere 150 vagas diretas.

10) Notaro Alimentos -
Com sede em Belo Jardim, a Notaro atua há dez anos em grande parte do Nordeste e, desde 2001, exporta seus produtos para o Oriente Médio e a Ásia. Conta, atualmente, com mais de 1.200 funcionários e uma capacidade de produção de 4.00 ton/mês. A empresa tem a intenção de instalar-se no município de Brejão, com investimentos na ordem de R$ 40 milhões, numa expectativa de gerar 400 empregos diretos. As obras devem começar em junho do próximo ano.

11) Indústria de Águas e Bebidas do Nordeste (Iban) - A Iban vai montar sua indústria numa área de 10 hectares no município de Bonito, no Agreste Meridional. A fábrica é especializada na produção de cerveja, água mineral, bebidas energéticas e refrigerantes. O investimento será de R$ 25 milhões, numa expectativa de gerar 150 empregos diretos. O início das obras está previsto para dezembro de 2012.

Fonte: Blog do Jamildo

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Suape registra incremento de 20,1% na movimentação de cargas no primeiro semestre

Operação de contêineres representou 46% da movimentação total do porto

O Porto de Suape registrou um incremento de 20,1% na movimentação de cargas de janeiro a junho deste ano, em relação ao mesmo período de 2010. Foram movimentadas mais de 4,8 milhões de toneladas, contra 4,06 milhões de toneladas de janeiro a junho do ano passado. A expectativa é fechar o ano com mais de 10 milhões de toneladas de carga, num crescimento de mais de 10% na comparação com 2010. A previsão é chegar ao final de 2013 movimentando 30 milhões de toneladas.

O grande indutor do aumento na movimentação portuária de Suape tem sido o Tecon, que cresceu 35,2% de janeiro a junho, superando, pela primeira vez na história do principal porto pernambucano, a movimentação dos granéis líquidos, sobretudo diesel, GLP e gasolina.

A operação de contêineres representou 46% da movimentação total do porto. Foram 192,4 mil TEUs (Twenty-foot Equivalent Unit), contra 145,6 mil TEUs de janeiro a junho de 2010. Em 2002, primeiro ano de operações do Tecon Suape, a  movimentação foi de pouco mais de 67 mil TEUs. Em 2010, foram 326,1 mil TEUs. Trata-se do o maior terminal em movimentação de contêineres do Amazonas ao Rio de Janeiro.

Novas empresas devem vir para Pernambuco e somam R$ 1 bilhão em investimentos

O governador Eduardo Campos assina nesta quinta-feira (14), às 15h, no auditório do Banco Central, protocolos de intenções com 11 empresas que manifestaram interesse em investir no Estado. A assinatura dos protocolos marca o início do processo de instalação das unidades de produção. As onze empresas, juntas, representam um investimento de mais de R$ 1 bilhão e devem gerar cerca de 1.600 empregos diretos. 

Com os protocolos assinados, o Governo de Pernambuco se compromete a apoiar e incentivar os setores de mercado com estímulo para o acesso a linhas de financiamento e benefícios tributários com foco na interiorização do desenvolvimento. Serão beneficiados, a princípio, os municípios de Brejão, Bonito, Ipojuca, Cabo de Santo Agostinho, São Lourenço da Mata e Moreno. 

Algumas das empresas interessadas em investir em Pernambuco são: Notaro Alimentos, Grupo FairWay, Famastil Taurus (ferramentas de construção e jardinagem), Prat-k (fabrica assessórios de decoração), Grupo Bolongnesi, Grande Moinho Cearense, Brasil Carbonos, Indústria de Água e Bebidas do Nordeste (IBAN), Companhia Brasileira de Materiais de Construção, Eletrolux do Brasil e Sasazaki – Indústria e Comércio. 

Fonte: Folha de PE

terça-feira, 12 de julho de 2011

Fiat será instalada em Goiana/PE e deve beneficiar as cidades de JP, CG, Santa Rita e Bayeux

O superintendente da Sudene, Paulo Fontana, garantiu que a montadora Fiat desistiu de se instalar em Suape e vai levar todos os investimentos para Goiana. Segundo ele, o município que faz fronteira com a Paraíba, vai receber a fábrica, a pista de testes e o centro de pesquisas.

De acordo com Fontana, os empreendimentos vão ocupar uma área de 12 milhões de m². "Ainda serão confirmadas cerca de 60 empresas fornecedoras", garantiu. A Paraíba já foi procurada por fornecedores do setor automotivo.

Enquanto o superintendente anunciou uma fábrica completa, os interlocutores do Palácio do Campo das Princesas confirmaram a instalação de apenas duas unidades da Fiat em Goiana: a pista de testes e o centro de pesquisas.

Segundo eles, a sede da montadora continua prevista para Suape. Especulações a parte, o anunciou será feito em conjunto pelo Governo de Pernambuco e Fiat em agosto. Após a realização de uma audiência pública na Comissão de Desenvolvimento Econômico da Assembleia Legislativa.

A ideia de interiorizar a fábrica partiu da empresa e obteve rápida aceitação do Estado. Com isso o governo economizará mais de R$ 300 milhões em terraplanagem e levará desenvolvimento ao interior.
No sábado (9), o secretário estadual da Casa Civil de Pernambuco, Tadeu Alencar, afirmou que, em conversas com a direção da Fiat, o Governo tem argumentado que a montadora pode obter "condições favoráveis" optando por Goiana. Alencar ponderou que o interesse da gestão nunca foi tirar a fábrica de Suape.

Aliado do governador pernambucano, Eduardo Campos (PSB), o governador Ricardo Coutinho (PSB), comemorou a notícia da implantação da fábrica em Goiana. Ele trabalhou para atrair investimentos e empregos para o seu estado.

Segundo o presidente da Federação das Indústrias da Paraíba (Fiep), Francisco Buega Gadelha, a Fiat conta com 150 fornecedores, pelo menos 50 deles devem se instalar no entorno da montadora. Grupos interessados em fornecer à Fiat estão analisando a possibilidade de abrir as portas em Cabedelo (PB), que fica a aproximadamente 60 quilômetros de Goiana, mas aguardam um posicionamento oficial do fabricante para bater o martelo.

"É um município que tem um excelente porto, que nem foi engolido pela cidade e nem está saturado", atestou. De acordo com ele, a Fiat sairia beneficiada por ser "contemplada" com a competência dos dois estados. "Seria uma planta bi-estadual. Fornecemos engenheiros para diversas montadoras no País", disse. Entre as possíveis cidades paraibanas que sofreriam impactos positivos com a decisão estão João Pessoa, Campina Grande, Santa Rita e Bayeux.

O deputado estadual Betinho Gomes (PSDB/PE) tomou à frente na luta para evitar que a Fiat seja instalada no município de Goiana, e não no Cabo de Santo Agostinho. O que está se estranhando é o silêncio do outro representante cabense na Assembleia Legislativa, Everaldo Cabral (PTB).

Folha de Pernambuco

Movimentação de cargas cresce 35%

Neste primeiro semestre de 2011, o Porto de Suape registrou aumento de 35,2% na movimentação de contêineres e, em toneladas, o aumento registrado é 20,1%, na comparação com o mesmo período de 2010. E de acordo com a direção de Suape, o segundo semestre deve ser ainda melhor. Ano passado, o crescimento da movimentação de cargas, em toneladas, foi 16,3% acima em relação a 2009.

Os números consolidam Suape como um dos grandes portos brasileiros. A movimentação de contêineres representa 46% das operações do Porto e já supera, pela primeira vez, as operações com granéis líquidos, que são 45% do total. "A partir de agosto essa movimentação terá um impacto ainda mais forte, principalmente quando for implantada uma nova linha vinda da Ásia. Fecharemos o ano com mais de dez milhões de toneladas de cargas movimentadas", disse o vice-presidente do Complexo, Frederico Amâncio.

Suape divulgou que as operações de cabotagem continuam em alta, crescendo já 20,9% no semestre. A expectativa é chegar ao fim de 2013 com movimentação de 30 milhões de toneladas.

MPT

O Ministério Público do Trabalho (MPT) em Pernambuco moveu uma ação civil pública contra o Complexo de Suape para garantir a convocação dos 112 aprovados no concurso realizado pelo Porto, homologado em junho de 2010. Segundo o procurador do Trabalho e autor da ação, Leonardo Osório Mendonça, há comissionados, estagiários e terceirizados ocupando irregularmente cargos cuja função só pode ser exercida por profissionais concursados.

"Foi solicitada a convocação imediata de todos os aprovados - ou, pelo menos, daqueles cujos cargos estão sendo ocupados por comissionados irregulares - em até 15 dias após a intimação à empresa, sob pena de multa de R$ 5 mil por cada um dos que não forem contratados", explicou Mendonça. Caso a Justiça acate a todos os requerimentos do MPT, o Complexo terá que pagar R$ 1 milhão por danos morais coletivos, reversíveis ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Há audiência agendada para 6 de dezembro.

Fonte: folha de Pernambuco (PE)

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Captação de estaleiro permanece entre metas

Após uma das maiores polêmicas da gestão passada, envolvendo um conflito de ideias entre a Prefeitura de Fortaleza e o Governo do Estado, o Ceará negou o projeto de instalação de um estaleiro na costa da Capital. O empreendimento, então chamado de Promar Ceará, acabou indo para Pernambuco, mas a busca por uma indústria de navios de médio ou grande porte no Ceará não foi interrompida. Investidores, tanto brasileiros quanto estrangeiros continuam na mira do governo.

Em 2008, Cid Gomes encontrou-se, na Coreia do Sul, com empresários da Daewoo, um dos maiores estaleiros do mundo. Os asiáticos são, hoje, os líderes mundiais nesta indústria, e a Daewoo se mostrava ainda mais atrativa por ser uma das principais compradoras da Dongkuk, siderúrgica também sul-coreana e que é sócia da Companhia Siderúrgica de Pecém (CSP). Depois do encontro, o chefe do executivo estadual disse que os investidores estariam estudando a proposta.

"Eles sabem do potencial (Do Brasil). A Petrobras tem essas novas descobertas de petróleo, e vai certamente ter que encomendar novos navios. Vai ser mais barato encomendar daqui que no estrangeiro", afirmou na época, destacando a importância de reforçar esse setor no Ceará, que já conta com um estaleiro, mas focado em outro tipo de encomendas, que é o caso da Indústria Naval do Ceará S.A. (Inace).

"Estamos falando de grandes navios. Vamos procurar atrair investidores nacionais e estrangeiros para começar a pensar nessa alternativa", completou.

Outra localidade

De lá pra cá, não houve nenhuma confirmação do interesse da Daewoo em um estaleiro no Ceará. Após o descarte da costa de Fortaleza como alternativa para receber este tipo de empreendimento, o Estado teve que encontrar outras localidades que pudessem receber um estaleiro como pretendido.

Estudo é aguardado

Este trabalho de investigação foi assumido, a pedido do ex-presidente Lula, pela Transpetro. Antes previsto para ser divulgado em dezembro passado, o estudo, até agora, não tem data para ser apresentado.

Ação estratégica

A entrada do Ceará na indústria naval é considerada uma ação estratégia, visto a enorme carteira de encomendas futuras da Petrobras, com a exploração do petróleo do pré-sal.

Á frente do Ceará, o Estado de Pernambuco já se inseriu neste mercado e tem hoje no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), atualmente, o seu maior empreendimento estruturante em operação no País.

O EAS é ainda o estaleiro mais competitivo em território nacional, e emprega 10 mil pessoas no Complexo Industrial e Suape.

PRODUÇÃO FOTOVOLTAICA
Governo também quer cadeia de energia solar

De acordo com a Adece, existem, hoje, 20 empresas interessadas no Ceará em busca de oportunidades no setor

O Ceará inaugurará, em breve, a primeira usina solar com produção comercial do País. A planta, instalada no município de Tauá, através de investimentos da MPX de Eike Batista, trazia o potencial de agregar, ao redor de si, a instalação de toda a cadeia de produção solar. Era este o plano do governo, desde 2008. A fornecedora de painéis solares da usina, Yingli, já visitada pelo governo em sua sede, ma China, chegou a demonstrar interesse em construir uma unidade de produção de placas fotovoltaicas por lá, mas o projeto não se concretizou. O governo, entretanto, continua otimista com a criação desse polo.

20 analisam o Ceará

De acordo com o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado (Adece), Zuza de Oliveira, existem, hoje, 20 empresas, entre nacionais e estrangeiras, interessadas no Ceará, e que já visitaram o Estado para ver as oportunidades de negócio no setor. Destas, duas já estão em fase mais avançada, já se instalando em território cearense: a Sky Solar e a Braener. Ambas estariam interessadas em construir novos parques solares no Estado.

"A Sky Solar, da China, já está no Ceará, se instalando em Sobral", informa Zuza. "Eles já estão fechando o entendimento com o município. Vão fazer ainda uma pesquisa junto com o Instituto Federal do Ceará sobre a energia solar do Estado", acrescenta. O presidente da Adece informa ainda que a empresa também estaria interessada em instalar aqui toda a matriz solar.

Fundo de incentivo

Ele defende que a concretização de empreendimentos na área, agora, deve deslanchar. Um dos grandes motivos é o Fundo de Incentivo à Energia Solar (Fies), que vai ser implantado este ano, e que dará subsídios para que empresas desse tipo de energia se instalem e se mantenham no Estado.

Além disso, tem o Atlas Solarimétrico do Ceará, lançado semana passada, que mapeou as manifestações climáticas locais, entre os anos de 1963 e 2008, com o foco específico na variação da radiação solar. O documento pode nortear a realização de projetos na área.

Outro encaminhamento para induzir os investimentos no setor é o estudo qualitativo e quantitativo do potencial de quartzo no Estado, mineral que é matéria-prima para a fabricação dos painéis solares. Um pré-estudo, adianta, acaba de ser concluído. "Nós temos mais de um milhão de toneladas de quartzo no Ceará. Temos um estudo ainda generalista, não detalhado, mas a gente já sabe quais são os municípios, pra mostrar aos empresários que estão chegando que existe a oportunidade".

Fonte: Diário do Nordeste 

Diferença salarial entre homens e mulheres no Recife é menor que no resto do País



Por Ana Laura Farias, do Blog de Jamildo

Na Região Metropolitana do Recife (RMR), o rendimento das mulheres corresponde a 84% da remuneração recebida pelos homens. A nível nacional, a remuneração das mulheres corresponde a 56% dos salários pagos aos trabalhadores do sexo masculino, de acordo com o Anuário das Mulheres Brasileiras, divulgado neste mês pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). 

O rendimento médio por hora na RMR é de R$ 4,17 entre as mulheres e R$ 4,96 entre os homens.

Mesmo com uma disparidade menor em relação ao total do País, a diferença salarial ainda reflete uma diferenciação entre gêneros dentro das organizações, explica o diretor do Instituto de Pesquisas Socioeconômicas da Agência Condepe/ Fidem, Rodolfo Guimarães.

"O que se percebe, é que muitas vezes, essa diferença salarial entre homens e mulheres com a mesma profissão e nível de escolaridade se dá pelo fato de os homens assumirem, com maior freqüência, cargos de confiança e chefia, enquanto as mulheres ficam com as funções de apoio", explica o diretor. A agência Condepe é subordinada à Secretaria de Planejamento do Governo do Estado.

Segundo Rodolfo, a disparidade entre os dois gêneros no mercado de trabalho atinge todo o país. "Pernambuco não fica de fora disso. Quantas executivas de sucesso em grandes empresas nós temos aqui?", questiona.

"A estrutura social se reflete nos padrões das empresas", acrescenta. "Mesmo sabendo que o número de mulheres em Recife é superior ao de homens, essa diferença não é suficiente para alterar o quadro das disparidades", comenta o diretor de pesquisas.
   
 Em um período de dez anos, entre 2000 e 2010, a capacidade de o mercado re trabalho na RMR absorver a população feminina com nível superior diminuiu cerca de 5%. Em 2000, 79% das mulheres com graduação universitária estavam ativas no mercado de trabalho. Hoje, esse número não chega a 75%.

Entre os homens com ensino médio ou nível superior incompleto, o percentual de empregados com carteira assinada cresceu de 37% para 47%, entre 2000  e 2010, em empresas privadas. Entre as mulheres, esse número não atinge os 33%.

"Em Pernambuco, algumas pessoas ainda pensam em profissões 'de homem' e 'de mulher'. É uma questão cultural. Não sei se há muito o que ser feito", comenta a coordenadora dos cursos de Secretariado e da especialização em Gestão Estratégica do Capital Humano da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Simone Dias.

A professora acredita que a redução da disparidade em Pernambuco tem sido feita de forma "muito lenta". "É lógico que existem avanços, mas é notório que ainda existe um machismo muito grande na sociedade, e, sobretudo, nas empresas", finaliza. 



sexta-feira, 8 de julho de 2011

Recife terá seminário internacional sobre eventos

Recife Convention & Visitors Bureau, Empetur e Secretaria de Turismo do Recife promovem no próximo dia 11, na capital pernambucana, o seminário "Turismo de Eventos: como gerar mais negócios para a sua empresa". 


O evento, que terá tradução simultânea, reunirá palestrantes internacionais, como a uruguaia Maria José Alvez, diretora regional América Latina da Icca(International Congress & Convention Association); o canadense Paul Vallee, vice-presidente executivo do Tourism Vancouver CVB; e o australiano Gary Grimmer, ex-presidente do DMAI (Destinations Marketing International). 

Jeanine Pires, ex-presidente da Embratur e atual presidente do Conselho de Turismo da Fecomercio-SP, também vai falar sobre captação de eventos, sobretudo no Nordeste, já que atuou nos CVBs de Maceió e Recife. A coordenação geral do seminário é de Vaniza Schuller, ex-gerente nacional de Turismo de Eventos da Embratur. O evento será no restaurante Spettus, no dia 11 de julho, de 8h30 às 12h30m. 

"O Recife é destino de referência na realização de feiras e congressos, além de relevante polo econômico, a exemplo do Complexo Industrial e Portuário de Suape, que congrega mais de 70 empresas, representando um investimento de mais de US$ 1,7 bilhão. A realização de um evento como este na cidade objetiva preparar o setor com as melhores práticas na captação de eventos no mundo, além de apresentar oportunidades de negócios no cenário internacional", ressalta Paulo Menezes, presidente do Recife Convention & Visitors Bureau, que destaca o Centro de Convenções de Pernambuco como o principal equipamento para eventos no Norte-Nordeste. 

A ex-gerente nacional de Turismo de Eventos da Embratur, Vaniza Schuler, considera o time de palestrantes internacionais o ponto alto do evento: Maria José Alvez, Paul Vallee e Gary Grimmer. 

"Recife entra para o seleto grupo de destinos que conseguirá reunir em uma mesma ocasião especialistas em turismo de negócios e eventos com reconhecimento internacional. É oportunidade única, um privilégio para os que desejam se atualizar e obter dicas sobre este mercado cada vez mais em ascensão", comenta Vaniza, que está à frente de projetos como o de Turismo de Incentivo – parceria com a Embratue e a Unesco – e o "Competitividade dos Convention Bureaux". 

Valter Barreto

( Mobile   55 81 8842-1455

"Se desejas que algo diferente aconteça na tua vida, comece a fazer coisas diferentes"Soren Kierkegaard.



PQ Antes de imprimir pense em seu compromisso  com o Meio Ambiente


Maestra transportará aço da Gerdau de Salvador a Suape

A Gerdau fechou com a empresa de navegação doméstica Maestra um acordo para transportar cargas como fio-máquina e vergalhões entre os portos de Salvador (BA) e Suape (PE). Por questão de sigilo contratual, os volumes e o valor do negócio não foram revelados. O transporte é realizado pelo navio Atlântico, que faz escala quinzenal nos portos. Mas a rotação do serviço passará a ser semanal a partir do dia 25 deste mês, quando entra em operação o Maestra Mediterrâneo, a segunda embarcação do novo armador especializado em rotas domésticas (cabotagem). Até o mês de setembro, a frota completa da empresa será de quatro navios - os dois últimos estão sendo fretados no exterior.

Para o diretor de suprimentos e logística da operação de negócio Brasil da Gerdau, Fladimir Gauto, a parceria com a Maestra representa uma oportunidade para ampliar a matriz de transporte. Originalmente, a movimentação dos volumes entre Salvador e Suape era feita por caminhão. No navio, esse trajeto leva em torno de dois a três dias.

"Não se trata apenas da questão econômica, que é mais vantajosa, mas também dos ganhos ambientais, já que o modal marítimo polui menos", afirma o presidente da Maestra, Fernando Real, que inclui ainda no rol de benefícios do transporte marítimo a integridade e a segurança da carga. Segundo ele, se o maior poder de atração da cabotagem estivesse apenas no preço, bastaria ofertar o menor valor pelo transporte para atrair o embarcador. Mas o principal diferencial, afirma, está em vender ao cliente uma estratégia logística de porta a porta. "Não somos transportadores de contêineres, mas sim operadores logísticos. Trabalhamos a quatro mãos com a Gerdau", afirma o executivo.

Inicialmente o contrato abrange apenas o trecho entre Salvador e Suape, mas a intenção, diz Real, é expandir a parceria, possivelmente incluindo o porto de Manaus (AM).

As quatro embarcações da empresa são porta-contêineres. O Atlântico e o Mediterrâneo têm capacidade para 1,2 mil Teus (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés). O terceiro navio, batizado de Pacífico, tem oferta para 1,7 mil Teus e o quarto, cujo nome não foi revelado, para 1,6 mil Teus. Todos têm cerca de 200 tomadas para contêineres refrigerados.

Para Real, a cabotagem tem principalmente três desafios de ordem governamental a vencer para aumentar a participação na matriz de transporte, que hoje está em cerca de 13%. O primeiro é equiparar a cobrança do bunker (combustível marítimo) com a dos navios de longo curso, que são isentos de tributação. O segundo é desonerar a cadeia, concedendo incentivos fiscais aos terminais portuários para operarem com cabotagem. "Hoje já somos mais competitivos pagando as mesmas taxas portuárias do longo curso e o bunker mais caro. Com esses incentivos atrairíamos muito mais carga". E, finalmente, o executivo defende a ampliação da oferta de mão de obra para tripular embarcações. Hoje, o Brasil conta com dois centros de formação coordenados pela Marinha. Mas o setor antevê carência de profissionais em razão do aumento da demanda com a entrada de novos navios - principalmente das embarcações para atender a área offshore.

Fonte: Valor Econômico



Valter Barreto

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Litoral Norte ganhará plano de investimento


Litoral Norte ganhará plano de investimento

Trabalho, que vai verificar a potencialidade dos municípios, vai demandar R$ 90 mil em recursos dos três órgãos


Igo BioneIgo Bione
Feitosa diz que foco será na infraestrutura
Com o objetivo de desenvolver a força turística do Litoral Norte de Pernambuco, foi lançado ontem o Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Turismo do Litoral Norte. Em três meses, estará pronto um estudo que vai identificar áreas náuticas da região que possam prospectar investidores internacionais. O secretário de Turismo do Estado, Alberto Feitosa, o presidente da Associação das Secretarias de Turismo de Pernambuco (Astur-PE), Sérgio Aroucha, e o presidente da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur-PE), André Corrêa, assinaram projeto que dá início ao estudo.

O trabalho, que vai verificar a potencialidade dos municípios, vai demandar R$ 90 mil em recursos dos três órgãos. O restante do investimento para efetivação do plano é proveniente do financiamento de US$ 125 milhões do Programa de Desenvolvimento do Turismo do Nordeste (Prodetur-NE). Na ocasião, Aroucha lembrou que um turista náutico gasta entre US$ 100 e US$ 500 por dia. "Vamos verificar a viabilização das marinas tanto para embarcações nacionais quanto de outros continentes", argumentou.

Para ele, o turismo náutico pode suprir a necessidade de leitos para a Copa, melhorar a capacidade turística e mão de obra, além de propiciar o desenvolvimento dos municípios. Para Alberto Feitosa, o foco é a infraestrutura. "Precisamos criar condições para abrir esse mercado", disse.

Segundo o consultor náutico Walter Garcia, o turista náutico gasta até cinco vezes mais que o turista comum. Ele aponta a escassez de mão de obra, falta de estudo sobre o tema e falta de vagas em marinas como entraves ao desenvolvimento do setor. "Falta informação acerca do assunto. Os investimentos podem subir até 30% a valorização do imóvel que tiver onde colocar um barco", finalizou. 

NE10

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Governo vai investir R$ 740 milhões em portos















A Secretaria Nacional de Portos deverá publicar até o final da próxima semana os editais para a continuidade das melhorias de infraestrutura nos principais portos do país, informa Claudio Humberto. Segundo o ministro da pasta, Leônidas Cristino, o objetivo é investir R$ 740 milhões até o final de 2013. 

A primeira iniciativa é iniciar as obras com a drenagem nos portos para que grandes embarcações possam ancorar. "Só depois de feita a dragagem é possível melhorar as condições dos terminais de passageiros nos portos", disse Cristino.

Pernambuco contará com parceria tecnológica de setor naval gaúcho

O intercâmbio entre empresas de Pernambuco e do Rio Grande do Sul no segmento da indústria naval deve ficar mais intenso nos próximos anos. Com dois polos navais em desenvolvimento (no Complexo Industrial Portuário de Suape e na região de Rio Grande), os dois estados pretendem criar oportunidades de negócios para as empresas locais, num sistema de cooperação.

Os rumos dessa parceria foram discutidos hoje em rodada de negócios no Recife, entre uma delegação gaúcha com 41 pessoas (empresários e representantes do governo) e empresas e governo de Pernambuco, num hotel no bairro de Boa Viagem.

"Existe uma complementariedade grande de atividades, que precisa ser explorada. A vocação naval dos dois estados deve gerar negócios importantes. A meta é atrair indústrias novas e reposicionar a cadeia produtiva de metal-mecânica do nosso estado", ressaltou o diretor do projeto Suape Global, Silvio Leimig.

Marcus Coester, diretor-presidente da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento, destacou a qualidade do planejamento ocorrido em Suape como um dos exemplos a serem seguidos. Ao contrário de Suape, a área portuária de Rio Grande foi crescendo de acordo com a demanda da economia local.

A indústria naval brasileira vem sendo estimulada por encomendas estatais, especialmente da Petrobras. Um dos desafios do setor é aumentar a competitividade para poder concorrer mundialmente. Hoje, lideram o setor naval a China e a Coreia do Sul. Entre as demandas estão a formação de mão de obra qualificada e a adequação dos custos, com foco no aumento da produção em escala.

"Vivemos um ciclo de desenvolvimento, com oportunidades que precisam ser aproveitadas agora. Os espaços que a gente não ocupar, os investidores estrangeiros vão fazê-lo. Estamos imbuídos de um sentimento de Brasil e não com a ideia de concorrência regional", disse o representante da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Pedro Pezzi.

As ações entre os dois estados são parte do projeto Suape Global. A próxima etapa desse processo de troca de experiências deve acontecer nos dias 18, 19 e 20 de outubro, no evento Pernambuco Petroleum Business, que reunirá pesquisadores e investidores do setor. O evento é aberto a quem se interessar. Mais informações no site: www.ibp.org.br.

Fonte: Diario de Pernambuco

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Hotmail completa 15 anos na luta por relevância, mas ainda popular


Email foio importante para popularização da web no Brasil
Email foio importante para popularização da web no Brasil
Foto: Reprodução

O Hotmail, a primeira conta de email de muita gente completa neste mês 15 anos. O mais popular serviço do gênero tem mais de 350 milhões de contas ativas, segundo sua proprietária, a Microsoft. Apesar das melhorias feitas recentemente, o email sofre com a concorrência do Google, com o seu Gmail. 

Criado em 1996, por Sabeer Bhatia e Jack Smith, foi logo comprado pela Microsoft por algo avaliado em US$ 400 milhões. O nome inicial HoTMaiL era uma referência ao HTML, linguagem utilizada nas páginas web. Desde então tornou-se um dos mais populares serviços de email do mundo. 

No Brasil, foi importante na popularização da internet por ser totalmente gratuito. Naquela época, a internet, além de lenta, era cara. Para ter acesso aos serviços nacionais, como BOL, UOL e ZipMail era preciso pagar. 

Em seguida, o Hotmail ganhou mais fôlego com sua integração com o Windows Live Messenger (na época chamado de MSN). Com a chegada do Yahoo Mail e do Gmail, o email não conseguiu absorver as tendências com a mesma velocidade e foi perdendo a relevância que tinha. 

Ainda muito utilizado, o Hotmail, agora chamado de Windows Live Hotmail é aquela opção utilizada para receber spams e emails de marketing. Mas, a Microsoft ainda aposta alto no serviço. Segundo a empresa, o email ficou dez vezes mais rápido. Também melhorou a segurança e os filtros para emails indesejados.

NE10


Indústria quer preços coreanos para acessos de banda larga

O Ministério das Comunicações acenou a empresários brasileiros que vai trabalhar pela proposta de implantação de uma versão corporativa da "banda larga popular" e a julgar pela reunião que representantes da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro tiveram com Paulo Bernardo, a Telebrás pode se tornar essencial para a garantia das conexões - o presidente da estatal, Caio Bonilha, também estava presente. 

A Firjan apresentou ao ministro a proposta de um serviço especialmente voltado ao segmento de micro e pequenas empresas - mas que também pode ser atraente para algumas das grandes - que prevê conexões de 15 Mbps, com garantia de pelo menos 20% da velocidade contratada. O objetivo é que essa oferta tenha as mesmas condições - e preço - nas diferentes regiões do país. 

O alvo prioritário da proposta são 147 municípios que, juntos, concentram cerca de 260 mil indústrias - ou 51% do setor no país. Embora a maior parte deles esteja no Sudeste (83 cidades) e no Sul (31), o plano prevê a oferta em 17 municípios do Nordeste, 9 do Centro-Oeste e 7 do Norte - sendo que o objetivo é que as mesmas condições sejam oferecidas em todos eles, inclusive com isenção de ICMS.

"É uma proposta concreta, plausível e possível de ser feita em um curto espaço de tempo. Temos que competir com os maiores países do mundo e, por isso, precisamos importar os mesmos critérios utilizados nele, e não aqueles de países em desenvolvimento", sustentou o presidente da Firjan, Eduardo Gouvêa Vieira. 

O empresário evitou mencionar o preço sugerido para o serviço, mas na linha das melhores práticas internacionais, defendeu um alinhamento com o que é cobrado em países de ponta. "Temos que nos mirar em países como a Coreia", afirmou. No pequeno país asiático - que já trabalha com a meta de universalizar conexões de 1 Gbps - o custo de 1 Mbps é inferior a US$ 1. 

Embora não queria falar em valores, a Firjan entende que a prática atual é de custos altos para acessos de baixa qualidade. "Para pequenas e médias empresas, o custo atual não é competitivo, isso onde existe a possibilidade. Em boa parte dos municípios sugeridos sequer existem ofertas de acessos de 10 Mbps ou mais", afirma a coordenadora do projeto de Telecom da Firjan, Ana Hofmann. 

Para chegar aos 147 municípios da proposta - tratados pela Firjan como ponto de partida para as negociações - foram listados aqueles que contemplam pelo menos dois de três critérios: ter mais de 700 indústrias de micro, pequeno e médio porte; mais de três grandes indústrias; e valor adicionado bruto da indústria acima de R$ 1 bilhão. 

Alusa se destaca em qualificação profissional

Fabricar navios, montar automóveis, produzir para a cadeia pretoquímica. Estas atividades, pontos-chaves do Complexo Portuário de Suape, em Pernambuco, estão exigindo profissionais cada vez mais capacitados e competentes. Além disso, a chegada de uma força de trabalho de 30 mil pessoas, da qual quase 80% são formados por homens, está mudando a realidade dos 250 mil moradores das cidades de Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca. 

As novidades, interferências e necessidades na região são tantas que diversas empresas estão investindo em projetos socioambientais no local. Foram iniciativas de capacitação desse pessoal que a organização da ADVB focou para dar o prêmio distribuído na última segunda feira. 

Uma delas é a Alusa Engenharia, uma das vencedoras do prêmio Top Socioambiental de 2011. A empresa venceu a concorrência com o projeto "Espaço Cidadania", que inclui uma biblioteca para os funcionários e um centro de treinamento privado que já é o maior do Brasil. Ambos os projetos foram consolidados em Suape. "Nada melhor para fidelizar nossa força de trabalho do que investir em educação. Estamos trabalhando não só com capacitação, mas com alfabetização também. Desta forma, além de termos funcionários melhor qualificados, ainda devolvemos a cidadania para às pessoas e nosso investimento é mínimo", explicou Rogério Rodrigues da Rocha, gerente de Contratos da Alusa. 

O centro da empresa tem, hoje, 8 mil metros quadrados e contabiliza 128 mil horas de treinamento. 

A Alusa, especializada em engenharia, conta com mais de 6 mil empregados.

Reatores da refinaria Abreu e Lima chegam em Suape

Cada um dos quatro equipamentos pesa 170 toneladas e o desembarque deve durar uma semana


Os reatores da Refinaria Abreu e Lima já estão em Suape. Os quatro equipamentos chegaram ao Porto de Suape em duas balsas. Cada um deles pesa 170 toneladas. Os reatores foram fabricados em Pindamonhangaba, no interior de São Paulo.

O desembarque dos reatores deve durar uma semana. Ao chegar às refinarias da Petrobrás, o petróleo cru é sobreaquecido em um reator para que se torne líquido. Depois desse processo é que se obtém do petróleo refinado o óleo diesel, a gasolina, o querosene e outros combustíveis.

No caso da refinaria Abreu e Lima, só será produzido o óleo diesel.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Suape é responsável por otimismo

Mesmo sem conhecer bem o complexto, população se anima com chegada de investimentos

O pernambucano está otimista com a chegada de grandes empreendimentos ao Porto de Suape, mas não demonstra conhecimento aprofundado sobre o complexo. A constatação está na segunda edição da pesquisa realizada pelo Grupo de Estudos do Macroambiente Empresarial de Pernambuco (Gemepe), da Faculdade Frassinetti do Recife (Fafire), que quer avaliar o nível de informação da população da Região Metropolitana do Recife (RMR) sobre o principal motor da economia do Estado.


"Quanto mais conhecimento as pessoas tiverem sobre a dinâmica de Suape, maiores serão as chances de inserção e aproveitamento das oportunidades", defende o economista e coordenador da pesquisa, Uranilson Carvalho. Na primeira edição do levantamento, realizada em 2008, 19% dos entrevistados responderam ter muito conhecimento sobre o complexo. O percentual diminuiu para 12% agora em 2011. Da amostra de 700 pessoas, 65% têm alguma informação sobre o tema. O índice é praticamente igual ao de 2008, que ficou em 65%. O desconhecimento também aumentou, passando de 18% para 23%.

O economista acredita que as constantes visitas do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva a Pernambuco foi um dos fatores que chamaram mais a atenção da população para os empreendimentos em 2008. Na avaliação dele, a boa notícia é que as pessoas estão percebendo que o cenário econômico positivo poderá influenciar na vida pessoal e das famílias dos pernambucanos. "Antes as pessoas apostavam na melhoria da economia, mas não acreditavam que seriam beneficiadas pelos impactos positivos. O que parecia apenas uma promessa passou a ser real", diz. Em 2008, apenas 27% respondia que a vida pessoal ia melhorar, enquanto este ano o número subiu para 64%. A população também demonstrou mais disposição em se qualificar (54% ante 40,7%) e em abrir um negócio (22% contra 13%) na comparação em 2008. "É uma demonstração de esperança no futuro", afirma Carvalho.

O professor sugere que o governo crie um canal institucionalizado de divulgação de Suape para a população. Hoje, o complexo desenvolve alguns programas nessa direção. Dois deles estão voltados para os estudantes do ensino fundamental, médio e universitário de instituições públicas e privadas. De segunda a sexta-feira, no horário das 9h às 13h, o porto recebe a visita diária de pelo menos 100 alunos. Outra iniciativa é o projeto Horizonte Profissional, que apresenta as oportunidades de trabalho no complexo. Palestras, seminários e eventos são outros canais de comunicação com a comunidade.

Fonte: JC

domingo, 3 de julho de 2011

Exportações batem recorde histórico no semestre

O bom desempenho das exportações brasileiras, que cresceram 31,6% no primeiro semestre (sobre igual período do ano passado), em especial por causa do resultado mais robusto dos dois últimos meses, pode determinar mais uma correção, para cima, das expectativas de vendas externas em 2011, atualmente estimadas em US$ 231 bilhões. No mês de junho, a performance do comércio externo foi ainda melhor. As vendas externas, no valor de US$ 23,692 bilhões, foram as mais altas da história, com aumento de 38,6% em relação a junho de 2010 e de 2,08% sobre o resultado de maio. Em decorrência do bom desempenho comercial, o saldo da balança comercial foi US$ 4,43 bilhões em junho, o melhor superávit mensal do ano. Aumentou 95,4% na comparação com junho de 2010.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Antiga fábrica da Pilar vai abrigar moinho, com investimento inicial de R$ 141 milhões


Antiga fábrica da Pilar vai abrigar moinho, com investimento inicial de R$ 141 milhões

Por Ana Laura Farias, do Blog de Jamildo A antiga sede da fábrica de biscoitos Pilar vai abrigar, um moinho de moagem de trigo, que entra em funcionamento a partir de 2013. Nos anos de 2015 e 2018, serão instaladas outras duas unidades, cada uma com capacidade de 600 toneladas/dia.

Até 2018, devem ser geradas 6.072 vagas de emprego. O novo moinho vai atender ao mercaado interno e pode abastecer outros estados brasileiros. O investimento feito pela empresa cearense M. Dias Branco é de aproximadamente R$ 300 milhões (R$ 141 milhões da unidade civil, cerca de R$ 80 milhões da fábrica de massa e R$ 80 milhões de maquinário). A M. Dias Branco é proprietária das unidade da Vitarella, em Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana do Recife. A empresa já investiu mais de R4 1 bilhão em Pernambuco. A empresa não vai poder aproveitar os equipamentos da Pilar. "A tecnologia que nós vamos investir é mais avançada, não teríamos como aproveitar o que já está lá", explica o vice-presidente Iven Dias Branco Júnior.

Iven explica também que a marca tem planos para exportar para África e pode usar as fábricas de Nordeste para este fim, por conta da facilidade geográfica. A empresa é a maior fabricantes de empresa do Brasil e a sétima do mundo. Com a instalação das unidades em Pernambuco, deve chegar a 13% de participação na moagem de farinha no Brasil. Atualmente, este índice de é de 10%. O governador Eduardo Campos destacou a importância da chegada do empreendimento no Porto do Recife. "Discordo de quem diz que o Porto do Recife não tem importância econômica. O Porto é um local total preparado para receber esse e outros investimentos".

A M. Dias Branco tem doze unidades industriais e 23 centros de distribuição nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Rio Grande do Norte, Ceará, Maranhão, Piauí, Paraíba, Pará e Amazonas.

Fonte: Blog do Jamildo

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