quarta-feira, 27 de abril de 2011

Diga não a Privatização.

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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Câmara aprova MP que deve beneficiar fábrica da Fiat em Pernambuco

     
A Câmara Federal aprovou nesta quarta-feira a Medida Provisória 512/2010, que concede mais incentivos fiscais a indústrias automotivas instaladas ou que venham a se instalar nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. As localidades incluídas na área de atuação da Sudene, se vinculadas a projetos com novos investimentos e pesquisa de novos produtos ou modelos de veículos, também serão beneficiadas. A MP será peça importante para desenvolver o processo de instalação da fábrica da Fiat em Pernambuco, empreendimento orçado em R$ 3 bilhões cuja capacidade de produção será de 200 mil veículos por ano.

Em novembro de 2010, o presidente Lula enviou ao Congresso a MP 512, que altera a Lei 9.440, de 1997, prorrogando a concessão de benefícios fiscais ao setor automotivo até 2020. No caso, haverá isenção de IPI para projetos de investimento. O texto aprovado é o projeto de lei de conversão do relator, deputado Moreira Mendes (PPS-RO). Foram aprovados todos os destaques, emendas apresentadas pelos parlamentares que são retiradas para serem apreciadas depois da votação do texto principal.

Após passar por alterações realizadas pelo relator, a MP passa a ser chamada de Projeto de Lei de Conversão. O próximo passo é o envio da matéria ao Senado. Por fim, caberá à presidente Dilma Rousseff dar o aval à proposição.

Lideranças da bancada pernambucana, incluindo membros do governo e da própria oposição, mobilizaram-se para garantir a aprovação da medida. Cumprindo missão dada pelo governador Eduardo Campos (PSB), o secretário do governo, Maurício Rands (PT), esteve hoje em Brasília acompanhando e articulando a MP 512, segundo nota emitida por sua assessoria.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Novidades em Goiana

Mais duas empresas estão se instalando no polo farmacoquímico de Goiana, a 63 quilômetros do Recife. A AC Diagnóstico e a Ionquímica tiveram seus projetos de incentivos fiscais aprovados ontem na reunião do Conselho Estadual de Política Industrial, Comercial e de Serviço (Condic) e devem se instalar provisoriamente no Recife até que suas estruturas definitivas fiquem prontas. Juntas, as duas empresas representam investimentos de R$ 31,5 milhões e geração de 295 empregos.

O polo farmacoquímico é ancorado pela fábrica da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás), já em construção, com investimento estimado em R$ 540 milhões. A suíça Novartis também anunciou uma fábrica de vacinas no polo, com aporte entre US$ 300 milhões e US$ 500 milhões.

A AC Diagnóstico, com investimento de R$ 13,5 milhões e geração de 270 empregos, vai produzir em Goiana kits de diagnóstico, enquanto a Ionquímica vai fabricar insumos para a indústria farmacêutica e de cosméticos. O aporte nessa fábrica é de R$ 18 milhões, criando 25 novas vagas de trabalho. Segundo o diretor administrativo-financeiro da Ionquímica, Rubens Gimenez Parra, a pretensão é alugar um galpão no Recife nos próximos meses. ´Vamos iniciar a produção dentro de aproximadamente seis meses e começar a operar em Goiana em 2012 ou 2013`. 

Desenvolvimento

A empresa, que tem sede em Guarulhos (SP), está no mercado há mais de 25 anos atendendo a clientes como Avon, Colgate-Palmolive, Natura, O Boticário e Unilever. ´Temos mais de 50 clientes no Nordeste e ter uma unidade em Pernambuco significa poder atendê-los com mais rapidez. A região está se desenvolvendo muito e a demanda é crescente`, justifica Parra. 

Questionado sobre a baixa adesão de empresas ao polo farmacoquímico, o presidente da Agência de Desenvolvimento de Pernambuco (AD Diper), Márcio Stefanni, disse que o processo é assim mesmo. ´O polo é como Suape há 30 anos, ninguém acreditava. Quando levantarmos a fábrica da Hemobrás, a atração de novas empresas vai ficar mais fácil`, defendeu. A AD Diper, inclusive, ficou responsável pela ligação rodoviária entre o polo farmacoquímico e a BR-101.

As obras estavam sendo executadas pela Construtora Camilo Brito mas foram paralisadas após o falecimento do dono da empresa, o engenheiro José Camilo Gomes de Brito, no dia 25 de novembro. A agência chegou a convocar a segunda e a terceira colocadas na licitação, que não se interessaram em assumir a obra. ´Vamos reabrir o processo licitatório. O edital deve ser lançado em breve`, afirmou Márcio Stefanni. Significa que serão pelo menos mais 90 dias até a escolha de uma nova empresa. O acesso rodoviário tem 1,8 quilômetro de extensão e foi contratado no ano passado por cerca de R$ 2,2 milhões. 

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Estados do Nordeste investiram mais no setor petroquímico e naval

Os estados do Nordeste investiram nos últimos anos na atração de empresas de ponta e fornecedoras para essas cadeias produtivas. Além disso, o desenvolvimento passa pelos portos que estão instalados na região

Pesquisadores afirmam que é necessário incentivar não apenas as exportações , mas o comércio dentro da própria região (Foto: IGOR DE MELO) Pesquisadores afirmam que é necessário incentivar não apenas as exportações , mas o comércio dentro da própria região (Foto: IGOR DE MELO)

No placar da atração de investimentos, o Ceará perde de goleada para os outros estados da Região. Enquanto a Bahia já tem tradição na indústria petroquímica e Pernambuco desenvolveu o Porto de Suape para ser o polo de atração industrial de grandes empresas, o Ceará ainda está com os investimentos difusos em indústrias de transformação.

Segundo o coordenador da unidade de pesquisas do Instituto de Desenvolvimento Industrial do Ceará (Indi) da Fiec, Pedro Jorge Ramos Viana, a diferença existe pelo tipo de indústria que cada estado atrai. Enquanto na Bahia o parque industrial é muito mais desenvolvido com indústrias de base no polo petroquímico e com montadoras, o Ceará possui indústrias de transformação.

Viana explicou que enquanto o valor de investimento inicial em uma fábrica de confecção é bem menor, em média R$ 500 milhões, uma petroquímica equivale a alguns bilhões. O coordenador destacou que essa diferença não significa que o Estado não está se desenvolvendo, mas que os dois outros estão em um ritmo acelerado.

Segundo ele, quando o Ceará contar com a refinaria, a siderúrgica e a Zona de Processamento de Exportação (ZPE), irá se aproximar da atratividade de Pernambuco e poderá até superá-lo em virtude da localização.

Desenvolvimento
A demanda por empresas de ponta e fornecedoras para essas cadeias produtivas é relativamente nova na região Nordeste, segundo o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Ceará (Adece), Francisco Zuza de Oliveira. Ele explicou que há alguns anos não havia um desenvolvimento tão intenso na região Nordeste com atração de empresas de tecnologia, como as petroquímicas, refinarias e siderúrgicas.

Apenas a Bahia se destacava. "Bahia é o Nordeste meio Sul, mas os outros estados não possuíam refinarias, siderúrgicas", disse. Zuza explicou que atrair grandes empreendimcntos como refinarias, siderúrgicas e estaleiros potencializa a atração de empresas de setores complementares no entorno.

A Bahia já é tradicional no ramo de produção química e petroquímica, mas o polo industrial tem buscado se diversificar nos últimos anos, de acordo com o coordenador do curso de economia Universidade de Salvador (Unifacs), Gustavo Casseb Pessoti.

Ele explicou que, além das áreas, as indústrias náutica, de fertilizantes, automobilísticas, calçadistas e de informática também têm crescido. "O polo industrial se tornou mais robusto e tem buscado uma diversificação. A maior parte ainda é do ramo químico e petroquímico, mas a indústria náutica e outros setores começaram a ter destaque".

A indústria naval não é um investimento novo em Pernambuco, segundo o titular da Secretário Executivo de Gestão do Desenvolvimento, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Roberto Abreu. Ele explicou que essa é uma vocação natural do Estado por conta do Porto de Suape, que tem 34 anos de existência, e conta com águas profundas.

"O estado vem investindo em um plano naval e agora começa a colher os frutos", disse lembrando que o estado já possui um estaleiro operando e mais dois que começarão a ser construídos, entre eles o Promar. (Teresa Fernandes)

E agora

ENTENDA A NOTÍCIA
Para atrair mais empresas de ponta, o Ceará vai precisar que indústrias de base como refinarias e siderúrgicas. No entanto, os empreendimentos ainda não estão prontos e são prometidos apenas para o final da década 

Fonte:  O POVO Online/OPOVO/Economia

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