quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Segunda usina térmica desembarca em Suape

Segunda usina térmica desembarca em SuapeEmpreendimento do Grupo Bertin vai gerar 300 novos postos de trabalho na regiãoInvestimento em torno de R$ 2,5 milhões e a geração de cerca de 300 novos empregos. Esses são os números do novo empreendimento que deve aportar em Suape nos próximos dias. O complexo portuário vai ganhar a sua segunda usina termelétrica, desta vez, do grupo paulista Bertin. A térmica ocupará 100 hectares em Suape, próximo ao parque de tancagem, e ficará pronta em 2012. Terá capacidade para gerar 1.450 megawatts (MW).Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Fernando Bezerra Coelho, esse será o "maior projeto na área de energia de Pernambuco", que está sendo analisado pela administração do porto e pela Secretaria da Fazenda. Ele disse ainda que o Estado tem criado um polo de geração de energia em Suape, explicando que, somando a Termopernambuco (do Grupo Neoenergia), Suape II e a nova usina, a região terá uma capacidade de geração superior a dois mil megawatts. Se as três termelétricas de Suape gerassem tudo o que podem produzir simultaneamente, poderiam fornecer energia equivalente ao dobro do que Pernambuco consumiu ano passado.A primeira térmica anunciada pela Bertin no Estado foi a Energética Suape II, com capacidade para 350 MW. Só para comparar as duas usinas, a área ocupada pela primeira é de 25 hectares, um quarto do terreno que eles querem usar no projeto novo.Empreendimento do Grupo Bertin vai gerar 300 novos postos de trabalho na região

Investimento em torno de R$ 2,5 milhões e a geração de cerca de 300 novos empregos. Esses são os números do novo empreendimento que deve aportar em Suape nos próximos dias. O complexo portuário vai ganhar a sua segunda usina termelétrica, desta vez, do grupo paulista Bertin. A térmica ocupará 100 hectares em Suape, próximo ao parque de tancagem, e ficará pronta em 2012. Terá capacidade para gerar 1.450 megawatts (MW).
Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Fernando Bezerra Coelho, esse será o "maior projeto na área de energia de Pernambuco", que está sendo analisado pela administração do porto e pela Secretaria da Fazenda. Ele disse ainda que o Estado tem criado um polo de geração de energia em Suape, explicando que, somando a Termopernambuco (do Grupo Neoenergia), Suape II e a nova usina, a região terá uma capacidade de geração superior a dois mil megawatts. Se as três termelétricas de Suape gerassem tudo o que podem produzir simultaneamente, poderiam fornecer energia equivalente ao dobro do que Pernambuco consumiu ano passado.

A primeira térmica anunciada pela Bertin no Estado foi a Energética Suape II, com capacidade para 350 MW. Só para comparar as duas usinas, a área ocupada pela primeira é de 25 hectares, um quarto do terreno que eles querem usar no projeto novo.

 

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Royal Mariner vai abrir novo estaleiro em Suape

O estaleiro pernambucano Royal Mariner – especializado na fabricação de lanchas – vai investir R$ 10 milhões na construção de uma nova fábrica no Complexo de Suape. Hoje, a unidade funciona em Barra de Jangada, mas a estrutura ficou pequena para os projetos da empresa. A estimativa é que o espaço comece a funcionar a partir do segundo semestre do próximo ano.

Nesta quarta-feira (9), os irmãos e sócios da Royal Mariner, Carlos Moraes Filho e Leonardo Moraes, apresentaram ao mercado dois novos modelos de lanchas, durante evento no Cabanga Iate Clube do Recife. "O bom momento da economia está aquecendo as vendas do setor. Depois de comprar apartamento e carro, as pessoas apostam em lazer e a lancha é uma opção", destaca Leonardo.

Os preços variam de R$ 120 mil e R$ 1,5 milhão. O plano de pagamento prevê uma entrada de 50% e o restante pode ser dividido em até dez vezes no cheque. Outra opção é fazer um financiamento bancário, similar ao de automóvel.

Com apenas dois anos de mercado, a Royal Mariner tem capacidade para produzir cinco lanchas por mês. O estaleiro gera 150 empregos diretos e indiretos e ocupa uma área de 4 mil m². Com o novo estaleiro, a ideia é dobrar a área e a capacidade de produção, além de aumentar em 40% o quadro de funcionários.

A ampliação vai dar condições ao estaleiro de fabricar a Royal Mariner – lancha cabinada e de maior porte (48 pés), que terá modelo lançado em 2011 e já tem quatro encomendas.

Para fabricar as lanchas, o estaleiro conta com 300 fornecedores nacionais e estrangeiros. Uma embarcação chega a ter 1.000 itens, de parafusos a GPS.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Suape pode virar S/A de capital fechado

Ainda este mês, o Governo do Estado deve apresentar à Assembleia Legislativa do Estado um projeto que propõe a transformação do Complexo Industrial Portuário de Suape em Sociedade Anônima (S/A) de capital fechado. Atualmente, o Porto é uma empresa pública com 100% do capital controlado pelo Governo de Pernambuco. A mudança permitirá que o Porto receba sócios e passe a operar como empresa de capital misto, ou seja, ainda controlada pelo Estado, mas com a participação de sócios de empresas privadas.

Segundo informações colhidas pela Folha de Pernambuco, a ideia é que 51% das ações continuem sendo controladas pelo Estado e 49% passem a ser tocadas pela iniciativa privada. Com a mudança, contratos de empréstimos e publicações de licitações devem ser agilizadas, já que o Porto poderá recorrer a outra legislação que não a Lei das Licitações.

De acordo com o presidente do Porto e secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, Fernando Bezerra Coelho, o Plano Diretor do Complexo prevê uma nova estrutura societária, porém, as opções ainda estão sendo estudadas. "Suape chama a atenção. Estamos sendo cortejados pela iniciativa privada em relação ao sistema portuário. É preciso expertise de quem já lida com isso para fazer parte de Suape", afirmou.

Após a aprovação na Assembleia, o Complexo deve passar por uma auditoria internacional que irá avaliar o potencial de todo o Porto em termos de gestão de funcionamento e de potencial de novos negócios. O levantamento também detalhará qual o modelo e a estrutura funcional, já que, com a mudança, o governo indicará uma parte do quadro de funcionários, incluindo a diretoria, e os demais seriam convocados por meio de um concurso público. A estruturação completa deve levar cerca de dois anos.

Um exemplo de Sociedade Anônima é o Porto de Rotterdam, na Holanda, o maior da Europa e um dos mais importantes do mundo, que é uma S/A controlada pela prefeitura. O contato com o porto de Rotterdam já foi realizado e as sugestões dadas foram incorporadas ao Plano Diretor de Suape.
Fonte: Folha de Pernambuco (PE)

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