quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Atlântico Sul quer concorrer pau a pau com estaleiros da Ásia




O estaleiro Atlântico Sul (EAS) será o único brasileiro a atingir, em cinco anos, o mesmo nível de produtividade e competitividade dos estaleiros asiáticos. Para isso, os investimentos não param. Até o momento, o estaleiro já recebeu cerca de R$ 1,4 bilhão. Os recursos estão sendo aplicados em diferenciais tecnológicos e novos equipamentos, conforme disse o presidente do estaleiro, Ângelo Bellelis, durante evento da Niterói Fenashore 2009. O estaleiro fica em Ipojuca, na região metropolitana de Recife, dentro do Complexo de Suape e gera 5 mil empregos diretos e 25 mil indiretos. 

- Nossa meta é que, em cinco anos, estaremos no mesmo nível dos estaleiros considerados os mais desenvolvidos do mundo - disse Bellelis, ressaltando que o Atlântico Sul deverá se tornar o único estaleiro brasileiro de quarta geração. 

Atualmente, o estaleiro tem em carteira 22 navios encomendados pela Transpetro. Na primeira fase do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef), o EAS assinou contrato para a construção de 15 petroleiros (10 Suezmax e cinco Aframax) e, agora, com o Promef II, foram encomendados mais sete. 

Criado em 2005, o Atlântico Sul produz todos os tipos de navios cargueiros, plataformas offshore dos tipos semi-submersível, FPSO (Sistemas Flutuantes de Produção de Produção, Armazenamento e Transferência de Petróleo), TLP (Plataformas de Pernas Atirantadas) e SPAR. A empresa oferece também um leque de serviços de reparo de embarcações e unidades de exploração de petróleo. 



Entidades do Setor Naval lançam Rede para a Indústria Naval e Offshore 

Uma proposta que surgiu na Sociedade Brasileira de Engenharia Naval (Sobena), se consolida nesta sexta-feira, 13, com o lançamento oficial da Rede de Inovação para Competitividade da Indústria Naval e Offshore, formulada pela Comissão Técnica Especial de Política Tecnológica, coordenada pelo engenheiro Sergio Garcia e que ganhou a adesão de outras instituições de grande representatividade. 

Para Sérgio Garcia, a rede pode colaborar para a preparação de uma agenda tecnológica centrada na indústria e que viabilize o acesso do setor produtivo aos recursos disponíveis no sistema nacional de P&D&I. 

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