domingo, 27 de setembro de 2009

Área em Suape será licitada

Thor Nordeste manifestou interesse para investimento de US$ 6 mi



Está marcada para o próximo dia 27 de outubro a licitação de uma área de 3,2 hectares. O terreno, situado no Cabo de Santo Agostinho dentro do Complexo Industrial Portuário de Suape, trata-se de um investimento de US$ 6 milhões que deverá ser feito pela empresa Thor Nordeste, que manifestou interesse pela área.

A companhia quer implantar uma unidade de beneficiamento de blocos de granito para exportação de aproximadamente 6 mil toneladas por ano para os Estados Unidos, além do Canadá e África do Sul.

Outro plano é fazer uso da zona portuária para a importação de insumos vindos da Itália.
O funcionamento da Thor se dará em até três meses e serão abertas 35 vagas diretas e outras 45 indiretas.
Na construção, serão 150 postos de trabalho na área.

A Thor Granitos foi fundada em setembro de 1986 direcionada para atender à demanda interna, atingindo o mercado da construção civil.
Com a expansão da indústria de pedras brasileiras, a empresa direcionou sua produção para o mercado internacional, tornando-se uma das maiores exportadoras de granitos do Brasil, tendo os Estados Unidos como principal mercado.
Atualmente, 90% da produção da Thor é destinada ao mercado externo, sendo exportada para diversos países como os Estados Unidos, Austrália, Canadá, México, Chile, Itália, Japão, Líbano, Suíça, Grécia, Polônia, entre outros.

DRAGAGEM
Na semana passada, foi divulgada no Diário Oficial a informação de que a execução das obras de dragagem dos acessos aquaviários ao Estaleiro Atlântico Sul (EAS) no Complexo de Suape vão sofrer novo atraso.

A Comissão Permanente de Licitação registrou que será marcada posteriormente uma nova data. O acesso é referente ao dique seco (compartimento onde as peças do navio são montadas e, depois, despejadas no mar) e aos braços norte e sul (os canais internos).

O valor da obra está orçado em R$ 104 milhões.
O serviço de dragagem complementar deverá demorar entre três e quatro meses para ser finalizado.
É através dele que será viabilizada a saída do primeiro navio construído no dique seco.

Fonte: Folha de Pernambuco

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