quarta-feira, 27 de maio de 2009

Governo e Petrobras assinam convênios de R$ 9 milhões

O Complexo Industrial Portuário de Suape vai receber investimentos de quase R$ 9 milhões para a realização de iniciativas nas áreas social, ambiental e educacional. O governador Eduardo Campos assinou, ontem, três convênios entre a Refinaria Abreu e Lima (Petrobras), o Porto de Suape, a Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos - CPRH ---- e a Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE ---- para o reflorestamento da região, a criação de uma rede de monitoramento do ar, a preservação da história de Suape e a instituição de um núcleo de ensino e pesquisa no local.

 

A solenidade aconteceu durante a primeira reunião do secretariado de 2009, no município de Moreno. "Estamos assumindo os compromissos firmados com todos os agentes da sociedade pernambucana no debate realizado sobre os impactos ambientais da Refinaria Abreu e Lima. Além disso, este ato carrega toda a preocupação do Governo do Estado em fazer o desenvolvimento de Pernambuco aliado à preservação ambiental", explicou o Governador.

O convênio com Suape é para a implantação do Centro Tecnológico Ambiental, a construção de um viveiro de mudas e de um cinturão verde com mais de 50 mil árvores. Ao todo serão investidos R$ 5,2 milhões, com prazo de 720 dias para a implantação. O Centro será instalado próximo à unidade de conservação de Zumbi e Duas Lagoas, na PE-28, em uma área de quatro hectares, e será dotado de laboratórios, salas de capacitação, auditório e viveiro florestal.

Com a UFRPE, foi firmado um acordo para a criação de um museu arqueológico e um núcleo de ensino e pesquisas. Ao todo, serão investidos R$ 860 mil e a execução acontecerá em 660 dias. A CPRH, agência ambiental do Estado, será responsável pela instalação de uma rede integrada de monitoramento de qualidade do ar no Complexo de Suape. O convênio vai repassar R$ 2,6 milhões para o órgão, que vai construir a rede em seis meses.

O secretário de Desenvolvimento Econômico e presidente de Suape, Fernando Bezerra Coelho destacou que a tomada de medidas voltadas à preservação ambiental é uma orientação do governador Eduardo Campos. "Ao todo, os investimentos para promover o desenvolvimento sem prejuízo ao meio ambiente no Complexo já somam R$ 16 milhões", afirmou.

Marcelino Guedes, diretor presidente da Refinaria Abreu e Lima, se mostrou bastante satisfeito com o andamento das obras em Suape e compartilhou as preocupações do Governo do Estado. "Assim como Pernambuco é hoje, a Petrobras é uma empresa preocupada com o presente, o passado e o futuro, e estes convênios provam isso. A Petrobras está disposta a ajudar Pernambuco a fazer o seu desenvolvimento de uma forma perene", disse Marcelino.

Eduardo Campos ressaltou que estas ações integradas, entre o governo de Pernambuco, a academia pernambucana e a Petrobras são o resgate de uma enorme dívida ambiental. "Além dos convênios assinados, vale lembrar que o diesel que será produzido na Refinaria Abreu e Lima será o mais limpo do Planeta, com a menor quantidade de enxofre", garantiu o Governador.

Tecon fez investimento de R$ 20 milhões

  • Tecon fez investimento de R$ 20 milhões
    Texto publicado em 27 de Maio de 2009 - 06h43
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    O Terminal de Contêineres do Porto de Suape (Tecon-Suape) concluiu um investimento de R$ 20 milhões, aumentando o seu pátio para armazenar contêineres e comprando alguns equipamentos – como empilhadeiras, caminhões – que serão usados na movimentação de carga no pátio.

    As melhorias serão inauguradas, oficialmente, pela presidente da Filipinas, Gloria Arroyo, que virá ao País para fazer uma visita oficial ao presidente Lula, no Rio de Janeiro. Antes do encontro com o presidente, ela chega ao Recife no dia 22 de junho, janta à noite com o governador Eduardo Campos (PSB) e no dia 23 participa do evento no Tecon.

    A empresa que explora a concessão do Tecon-Suape é a International Container Terminal Service Inc. (ICTSI), de origem filipina. O Tecon-Suape é o maior investimento filipino feito no Brasil, segundo informações do governo do Estado.

    Com a expansão, a área de armazenagem do Tecon saiu de 230 mil metros quadrados para 300 mil metros quadrados, atingindo todo o terreno previsto na primeira fase do empreendimento. As obras foram iniciadas em novembro e estão sendo encerradas este mês.

    "Os equipamentos estão chegando e a nossa expectativa é que haja uma movimentação maior de carga no segundo semestre", comentou o presidente do Tecon-Suape, Sérgio Kano. Nos quatro primeiros meses deste ano, a movimentação de carga caiu 15% no Tecon-Suape devido à crise global, que provocou uma queda na atividade econômica de vários países do mundo, sendo maior nos países desenvolvidos.

    "As exportações estavam crescendo muito nos últimos três anos. Depois da crise, caíram as exportações e as importações caíram muito mais", afirmou Kano.

    As exportações caíram porque muitas empresas nos Estados Unidos e Europa deixaram de fazer suas encomendas devido à turbulência econômica. O Porto de Suape sempre foi tradicionalmente importador e as compras feitas ao exterior diminuíram porque ocorreu uma redução do consumo. A movimentação de cargas caiu, em todo o mundo, devido aos problemas provocados pela crise, como a falta de crédito, queda na atividade econômica etc.

    HISTÓRICO

    A empresa filipina venceu a licitação, em 2001, para operar o Tecon-Suape por um período de 30 anos. As operações de movimentação de carga começaram em 2002. Desde 2003, a movimentação de contêineres só fez aumentar no Porto de Suape.

    No ano passado, o Tecon-Suape cresceu mais que 21% com uma movimentação de 294,5 mil TEUs (unidade que corresponde a um contêiner de 20 pés), contra os 241,6 mil TEUs que passaram por lá em 2007.

    Fonte: Jornal do Commercio

    Começa a montagem da P-55 em Rio Grande

    Foi dado ontem o primeiro passo para a operação de montagem da segunda plataforma petrolífera em solo gaúcho. O complexo de oficinas responsável pelas peças que irão compor a P-55 da Petrobras ganhou inauguração solene no canteiro de obras da WTorre, responsável pela construção do dique seco na Barra de Rio Grande.

    A partir de agora, a Quip S/A, que também monitorou as obras da milionária P-53 entre 2006 e 2008, assume o novo setor. Cerca de 1,5 mil operários atuam em ritmo acelerado na área do dique. De acordo com o cronograma da Petrobras, a P-55 será concluída em julho de 2011, com orçamento de US$ 1,65 bilhão.

    Na recém-inaugurada oficina de 19 mil metros quadrados, serão feitos o corte, a fundição e a pintura das vigas e chapas metálicas que posteriormente serão encaminhadas ao setor vizinho de pré-edificação.

    À Quip caberá a construção do convés, dois módulos e as obras de integração da plataforma. A fabricação dos componentes para a montagem do casco está sendo feita em Suape (PE), no Estaleiro Atlântico Sul. A plataforma terá 46 mil toneladas.

     

    Investimento deve consolidar Suape como melhor porto público do País

    Eduardo Campos ainda enfatizou a importância do novo investimento dentro do projeto Suape Global, lançado há cinco meses pelo Governo de Pernambuco, como polo produtor de energia: "Daremos mais um importante passo na consolidação do melhor porto público do País como um concentrador das indústrias naval, petrolífera e de off shore. É exatamente o que planejamos lá atrás, em parceria com a Petrobras e tantas outras empresas que contribuíram com o Suape Global", disse.

    As embarcações que serão produzidas são do tipo "supply boats" (barcos de suprimento), responsáveis pelo transporte de comida, água e peças para as plataformas instaladas em alto mar. O tamanho destes navios chega a 150 metros, enquanto a capacidade de transporte varia entre 3.500 e 40 mil toneladas. Já as perfuratrizes serão utilizadas na prospecção de petróleo e são capazes de avançar 12 km em direção ao fundo do mar.

    "Assumimos o compromisso de contratar trabalhadores da região, para que a economia local seja aquecida tanto na fase de obras, como na operação do nosso estaleiro", garantiu o diretor de Óleo e Gás da Galvão Engenharia, Luiz Augusto Distrutti.

    Mulheres são 16% da força de trabalho do estaleiro Atlântico Sul, em Suape

    O terreno do Estaleiro Atlântico Sul, em Suape, é gigantesco: um milhão e seiscentos mil metros quadrados - 130 mil deles só de área industrial. Os trabalhadores, há mais de um ano, dedicam-se a montar plataformas, cortar chapas, preparar placas dos cargueiros. Uma conquista de muitos homens, mas também de muitas mulheres.

    O estaleiro tem 2.200 operários – 360 são mulheres, cerca de 16% do total. Já na fase de seleção para preenchimento das vagas, 40% cento dos inscritos eram do sexo feminino.

    Maria José, soldadora do estaleiro, nunca tinha trabalhado na vida. Com o jeito franzino, 46 quilos e 1,58 metro de altura, ela se destaca num ambiente onde os homens predominam. Ela sustenta o marido e os filhos com o salário que ganha.

    "De início ficamos um pouco assustadas", confessa Maria José. "Mas, no dia a dia, vimos que seríamos capazes", conclui.

    O diretor industrial do estaleiro, Reikui Abe, vê vantagens na contratação de mulheres em relação aos homens. "Elas têm uma destreza melhor do que a dos homens", diz.

    Para o presidente do estaleiro, Ângelo Dellelis, a valentia é uma característica da pernambucana. "Como se diz aqui, a mulher de Pernambuco é 'arretada', tem uma força de trabalho muito grande, gosta de se superar", afirmou.

    Cereser em Suape

    Aposta no aquecimento do mercado interno estimula empresa a antecipar lançamentos, a Cereser Zero, Vodka Kadov e Conhaque Dom Bosco são novidades para atender supermercadistas e consumidores, e o Vermouth Cortezano ganha embalagem super contemporânea; Chuva de Prata, novo posicionamento.

    São Paulo – A Cereser participa da APAS 2009 (de 18 a 21 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo) com um leque de novidades que reforça sua política de manter o mercado permanentemente abastecido de novos produtos e inovações. No estande localizado no Pavilhão Verde, no 662, os supermercadistas poderão conhecer a versão Zero da famosa Sidra Cereser, o conhaque Dom Bosco e a vodka Kadov – bebida que reúne três grandes atributos: qualidade superior, preço atraente e embalagem diferenciada.

    No estande também serão destaque o novo posicionamento de Chuva de Prata, e a embalagem renovada e super contemporânea do Vermouth Cortezano – o primeiro produzido no Brasil e que está comemorando 70 anos.

    "Reservamos para a APAS 2009 este leque diferenciado de lançamentos para reiterar ao mercado nossa confiança no aquecimento da economia que, apesar da crise internacional, demonstra forte recuperação e tem grandes possibilidades de crescer no segundo semestre", diz o diretor comercial da Cereser, José Fontelles. O executivo reforça, ainda, que "os lançamentos e a modernização de marcas reforçam o nosso compromisso de oferecer produtos que atendam às aspirações de todos os perfis de consumidores."

    A vez dos sem álcool - Segundo Fontelles, o lançamento da Cereser Zero é um exemplo de sintonia com o mercado. O produto foi desenvolvido para atender consumidores ávidos por bebidas típicas das datas comemorativas, porém sem álcool e de baixa caloria. "A partir de pesquisas e dos resultados de vendas nos últimos anos da linha Cereser Sem Álcool (só em 2008, elas cresceram 15% em volume e 22% em faturamento), detectamos a oportunidade de oferecer mais um produto sem similar no mercado", diz.

    Ele lembra que a empresa foi pioneira neste segmento, ao lançar, em 1968, a Sidra Cereser tradicional. "O pioneirismo da companhia levou à criação de uma nova categoria de bebidas no Brasil, da qual é líder com uma participação superior a 50%". "Com a Cereser Zero, queremos ampliar as alternativas dos consumidores que não consomem álcool por razões comportamentais, de saúde ou religiosas, mas nem por isso querem abrir mão do prazer de comemorar com a família e os amigos, tomando bebidas diferenciadas e de qualidade", resume Fontelles.

    Força nos destilados – Para os consumidores de bebidas destiladas, a Cereser apresenta duas novidades. O lançamento da vodka Kadov, voltada para os jovens urbanos, e o retorno ao mercado do Conhaque Dom Bosco.

    Tridestilada e sete vezes filtrada, a vodka Kadov tem apresentação visual impactante e reúne outros dois atributos reconhecidos por seu público-alvo: qualidade superior e preço atraente. "A vodka é a bebida preferida dos jovens brasileiros, inclusive o feminino, e a Cereser, com mais de 30 anos de experiência na fabricação de vodkas e outros destilados, não podia deixar de oferecer ao mercado um produto especialmente desenvolvido para atender este segmento", diz o diretor comercial da empresa.

    Fontelles lembra que o mercado de vodkas é o que mais cresce no Brasil e que o segmento ocupa o quarto lugar em volume (são cerca de 4,5 milhões de caixas produzidas anualmente, segundo o Instituto A.C. Nielsen), perdendo apenas para aguardente de cana, vinho e conhaque. Em termos mundiais, o país ocupa o sexto lugar entre os maiores consumidores, movimentando cerca de R$ 500 milhões por ano. Outro ponto positivo: a vodca é uma bebida versátil e praticamente não sofre com a sazonalidade, sendo, portanto, consumida durante todo o ano.

    Já o Conhaque Dom Bosco, que foi comercializado até 2004, volta ao mercado para atender a demanda principalmente dos consumidores das regiões Sudeste, Nordeste e Norte. O produto será vendido em supermercados e em pontos de dose – responsáveis por mais de 80% da distribuição – já que a bebida é muito consumida pelo público masculino. O mercado de conhaques é o terceiro maior em volume, movimentando valores superiores a R$ 1 bilhão/ano, atrás somente da aguardente de cana e do vinho.

    A volta do Conhaque Dom Bosco ao mercado também se deve à força da marca Dom Bosco, que abriga uma linha de vinhos lançada em 1947. Atualmente, os vinhos são apresentados nas versões: Dom Bosco Tinto Suave, Dom Bosco Branco Suave, Dom Bosco Tinto Seco e Dom Bosco Edição Clássica, em garrafa Bordalesa.

    Tradição e requinte – Lançado há 70 anos, o Vermouth Cortezano – o primeiro fabricado no Brasil – chega à feira da APAS renovado mas com a mesma qualidade que o tornou famoso. "Detectamos que o produto tem um público fiel mas que uma nova apresentação seria bem-vinda, o que nos levou a atualizar sua embalagem, com garrafa e rótulo mais contemporâneos", diz José Fontelles.

    Com as mudanças na apresentação, a intenção da Cereser é atrair novos consumidores para a marca, principalmente nos mercados de Minas Gerais, Bahia, Goiás e Distrito Federal, onde o vermute é uma bebida apreciada por homens e mulheres acima de 30 anos.

    Outro produto que segue trilha similar é Chuva de Prata. Também considerada pelo mercado uma bebida sob medida para consumo em ocasiões especiais, ela é apresentada em duas opções: Rosé e Branca. Além de leve e refrescante, característica que agrada o público feminino, Chuva de Prata ganhou nova garrafa e rótulo, tornando sua apresentação mais atraente e requintada.

    Cereser Zero: À base de concentrado de maçã, não contém álcool nem adição de açúcar. Apresentada em garrafa transparente de 660ml, destina-se a consumidores urbanos que buscam festejar com uma bebida leve, refrescante e mais saudável. O rótulo e a gargaleira destacam a característica Zero do produto.

    Chuva de Prata: Bebida leve com apresentação moderna e requintada, é apresentada em duas versões, Rosé e Branca, em garrafa de 660ml.

    Vodka Kadov: Voltada para consumidores jovens urbanos, é tridestilada e sete vezes filtrada, o que lhe confere qualidade superior e sabor marcante. Seu rótulo azul prateado com um dragão como ícone invoca força e juventude, reforçando seus atributos de modernidade e descontração. Apresentada em garrafa transparente com 900ml.

    Conhaque Dom Bosco: Apresentado em garrafa de 1 litro, destaca-se pela maciez. Seu público-alvo é o masculino.

    Vermouth Cortezano: Bebida à base de especiarias e vinho, é apresentada em garrafa com 900ml nas versões tinto e branco. Destina-se aos públicos masculino e feminino.

    Perfil da Cereser - A Cereser iniciou suas atividades em 1926, em Jundiaí (SP), onde fica sua sede. Ficou conhecida nacionalmente como fabricante da famosa Sidra Cereser, líder de mercado desde o seu lançamento, em 1968. Atualmente, a empresa é uma das maiores fabricantes de bebidas do Brasil e exporta para mais de 40 países da América Latina, Caribe, África, Ásia e Oriente Médio. Além de sidras e destilados, de suas duas fábricas (em Jundiaí e no Complexo Industrial de Suape, em Pernambuco) saem também sucos, vinhos, aguardentes, conhaques, uísques e vermutes.

    terça-feira, 26 de maio de 2009

    Suape integra missão Presidencial à China, Hong Kong e Singapura


    O vice-presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape, Sidnei Aires e o coordenador da área de Novos Negócios do Complexo, Tony Kuo, farão parte da comitiva empresarial que acompanhará a missão presidencial, que visitará as cidades de Pequim e Xangai, coração político e econômico do China. Em Xangai, Aires fará palestra para empresários. O evento acontecerá desta segunda (18) até o dia 27.

    "A China está entre os três maiores parceiros comerciais do Brasil e as vendas para este país aumentaram em 62,66% nos três primeiros meses de 2009", disse Sidnei Aires, que apresentará o Projeto Suape Global para empresários e investidores do setor de infraestrutura e logística desta cadeia produtiva. O projeto busca criar um pólo provedor de bens e serviços na área de petróleo e gás e na indústria naval e offshore.

    O convite para esta missão empresarial veio do Ministro Pedro Brito, da Secretaria Especial de Portos. Além de Suape, palestrarão o Presidente do Banco Central Henrique Meirelles, o próprio Ministro Pedro Brito e o Diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Fernando Fialho, entre outros.
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    Valter Barreto
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    "A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás, mas só pode ser vivida olhando-se para frente." Soren Kierbegaard.

    Destaque para evolução econômica de Pernambuco

    O artigo de autoria de Wilson Soares, publicado na edição de maio, no Jornal da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), fundamentou o pronunciamento do deputado Geraldo Coelho (PTB). O texto, intitulado Maratona Sertaneja, aborda a evolução econômica do Estado, desde a época do então governador Cid Sampaio até o atual Governo Eduardo Campos (PSB).

    "Gostaria de ressaltar o quanto foi importante a interiorização das ações governamentais, iniciadas na década de 1950, quando Padre Lebret percorreu o Interior de Pernambuco, sugerindo que a migração para a Capital pernambucana fosse contida", declarou.

    O presidente da Comissão de Finanças da Alepe acrescentou que, naquela época, teve a oportunidade de participar de uma reunião, em Salgueiro, no Sertão Central, com o objetivo de apresentar uma radiografia econômica de Pernambuco. No encontro, proposto por Cid Sampaio, defendeu-se a criação da Comissão de Desenvolvimento Econômico do Nordeste (Codene), que, futuramente, originou a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene)", informou.

    Ainda segundo o petebista, Cid Sampaio foi responsável pela instalação dos primeiros distritos industriais. Nilo Coelho deu continuidade ao trabalho, interligando Recife à Petrolina e beneficiando municípios da Mata, Agreste e Sertão com rodovias pavimentadas. "Nilo Coelho era de uma família de políticos. Ao longo dos anos, fez avanços com a Codevasf, tornando Petrolina e o Vale do São Francisco grandes produtores de frutas. Também teve atuação importante na implantação do Porto de Suape, cuja continuidade se deve ao Governo Eraldo Gueiros", enfatizou.

    A administração de Moura Cavalcanti não foi esquecida. Coelho citou os investimentos do gestor na Mata Norte pernambucana, especialmente em programas coordenados pela Comissão de Desenvolvimento do Sirigi, que incentivavam a diversificação da agricultura canavieira e fortaleciam a produção vinícola, cafeeira e de banana.

    Em relação ao Governo Eduardo Campos, o parlamentar enumerou investimentos como a aquisição de notebooks; a reinauguração de escolas e praças; serviços de água e saneamento básico; o Projeto Mãe Coruja; a duplicação de estradas e o estímulo para a instalação de novas indústrias.

    "Portanto, jamais deixarei de registrar os feitos relevantes de Moura Cavalcanti, Marco Maciel, José Ramos, Roberto Magalhães, Gustavo Krause, Miguel Arraes, Carlos Wilson, Joaquim Francisco, Jarbas Vasconcelos, Mendonça Filho e Eduardo Campos, nosso atual governador", pontuou o petebista.



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    Petroquímica Suape recebe reator

    Petroquímica Suape recebe reator

    A Petroquisa – braço petroquímico da Petrobras – recebeu no último final de semana um reator de oxidação (298 t), um secador de PTA (138 t) e um secador de ácido tereftálico cru (263 t) para o projeto da Petroquímica Suape, em Pernambuco. Os equipamentos vieram do Japão e foram transportados pelo navio Industrial Destiny. A carga possui no total 1.255 t.

    Com investimentos previstos de US$ 4 bilhões, a Petroquímica Suape terá capacidade de produzir 640 mil t/ano de PTA. O produto é matéria-prima da indústria para a fabricação de fibras de poliester, resinas, filmes e PET. O projeto reúne três unidades industriais integradas: uma para produção de ácido tereftálico (PTA), outra para produzir polímeros e filamentos de poliéster (antiga Citepe) e uma terceira, que fabricará resina para embalagem PET.

    A empresa norueguesa Aker Kvaerner Process é a responsável pela engenharia básica e de detalhamento e pelas compras para a construção da planta de PTA (Purified Terephthalic Acid - Ácido Terefitálico Purificado) para a central. O contrato com a Aker foi fechado em abril e o valor não foram revelados.

    O empreendimento faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal.



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    Porto de Suape recebe primeiros Equipamentos da planta de PTA

    Porto de Suape recebe primeiros Equipamentos da planta de PTA

    Extraído de: Governo do Estado de Pernambuco -  21 de Maio de 2009

    A PetroquimicaSuape é um empreendimento liderado pela Petrobras Química S.A. (Petroquisa), para implementar um polo petroquímico em Suape, reunindo três unidades industriais integradas: uma para produção de ácido tereftálico (PTA); outra para produzir polímeros e fios de poliéster e uma terceira, que fabricará resina para embalagem PET.

    Quando estiver em operação, a PetroquímicaSuape será o mais importante polo integrado de poliéster da América Latina. A opção por tecnologias de última geração, escala de produção no nível das maiores indústrias em funcionamento no mundo e a integração das unidades industriais constituem alguns dos diferenciais competitivos da Empresa, que inicia a operação das três plantas no segundo semestre de 2010. O empreendimento faz parte da carteira de projetos estratégicos da Petrobras e está incluído no PAC Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal.

    Serviço:
    Desembarque de equipamentos da PetroquímicaSuape.
    Dia: 22/05 sexta-feira
    Hora: 07h30
    Local: Cais 4 do Porto de Suape


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    Suape decide suspender licitação de novo acesso

    Suape decide suspender licitação de novo acesso

    Publicado em 22.05.2009, às 08h09

    Do Jornal do Commercio

    A licitação para fazer o acesso à Ilha de Tatuoca foi suspensa pela administração do Porto de Suape por tempo indeterminado. A obra é importante porque vai fazer a via definitiva de ligação de Suape ao Estaleiro Atlântico Sul (EAS), que hoje já funciona com 2.200 funcionários. Atualmente, existem dois acessos provisórios e a situação é desconfortável porque um dos acessos é mão única, provocando congestionamento em alguns horários.

    Além dos funcionários do EAS, também passam diariamente pelo local os 6 mil trabalhadores contratados por empreiteiras que estão construindo as novas etapas do estaleiro. Da licitação que foi cancelada, a etapa final estava prevista para anteontem, com a entrega das propostas pelas empresas interessadas. No entanto, a própria administração de Suape decidiu modificar algumas especificações técnicas do projeto executivo que alterariam, consequentemente, a obra.

    "Resolvemos dirimir algumas dúvidas e afastar qualquer possibilidade de contestação da licitação", disse o diretor de Engenharia e Meio Ambiente de Suape, Ricardo Padilha. A expectativa dele é que todas essas dúvidas sejam sanadas em 15 dias e que depois ocorra o lançamento de um novo edital para fazer o acesso.

    A obra tem valor estimado em R$ 81 milhões. Até junho do ano passado, o valor dessa obra era de R$ 54 milhões. "No local, o solo mole (expansivo) é constante e a tendência é que haja mais custos", explicou Ricardo Padilha. Nesse tipo de terreno é necessário ampliar o aterro e isso faz a obra ficar mais cara.

    O local por onde passa o acesso provisório para carros de passeio deve ser transformado em área de navegação no futuro. "Esse local é estratégico para o crescimento de Suape. Quando fizeram esse acesso provisório acreditavam que só começariam a explorar as áreas próximas com 25 anos. No entanto, Suape está crescendo num ritmo acelerado", explicou Padilha.

    PROBLEMAS


    O acesso provisório foi feito na administração anterior para atender a demanda do estaleiro. No entanto, ele apresentou problemas por ter sido montado numa área de mangue que não permite o transporte pesado de cargas.

    A obra também é importante porque ocorrerá um aumento na quantidade de pessoas que vão trabalhar no EAS até o próximo ano. Até o final de 2009, a expectativa é que 4 mil pessoas estejam trabalhando no estaleiro, que deverá ter 5 mil funcionários em dezembro de 2010.


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    Expansão do Tecon Suape

    A presidente das Filipinas, Gloria Arroyo, vem a Pernambuco inaugurar a expansão do Tecon Suape, no próximo dia 23. O terminal de contêineres passará de 230 mil para 300 mil metros quadrados.


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    Suape terá fábrica de gases industriais

    Suape ganhará um novo empreendimento. Agora, uma fábrica de gases industrial e medicinal. O investimento será de US$ 20 milhões (cerca de R$ 41,4 milhões), segundo o diretor de novos negócios da estatal, Sidnei Aires. Ele afirmou que a empresa pediu para que o seu nome não fosse revelado até que fosse concluída a licitação para ocupar uma área naquele complexo industrial e portuário.
    A nova unidade industrial está interessada numa área de 1,18 hectare em Suape. “Ela vai prestar serviço para fábricas do pólo metal-mecânico que estão se implantando em Suape”, comentou Aires, acrescentando que unidades como a Dedini e o Estaleiro Atlântico Sul precisarão de gases industriais para fazer serviços de soldagem, corte de chapas etc.
    O Porto de Suape já publicou um edital para fazer a licitação da área que será arrendada à empresa. Para obedecer a Lei de Modernização dos Portos, deve ser feita uma licitação, quando uma empresa demonstra interesse em se implantar numa área portuária.
    A abertura da proposta da licitação ocorrerá no próximo dia 16 de junho. Cerca de 120 pessoas trabalharão nas obras da nova unidade industrial, de acordo com informações de Suape.
    Quando a empresa entrar em operação, vai gerar 30 empregos diretos e 130 indiretos, de acordo com informações de Suape. As negociações para implantação da unidade foram iniciadas no ano passado. “O que mais atraiu essa nova empresa foi a possibilidade de crescimento do mercado com a chegada de empresas da área naval e do polo metal-mecânico”, disse Aires.
    Fonte: Jornal do Commercio

    Friboi em Suape

    O ex-ministro de Agricultura, Marcus Vinicius Pratini de Moraes, que deixou a presidência da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) para passar a ser consultor do Friboi (JBS), estará no Recife a partir desta quinta-feira. Trata-se da maior empresa frigorífica do mundo.
    Na sexta-feira, o ex-ministro estará no Recife para um café da manhã com empresários locais, no Paço Alfândega.
    Antes disto, o agora executivo da Friboi vai se reunir com fornecedores locais para uma primeira discussão sobre o uso de Suape para a exportação de carne e couro pelo porto pernambucano, concentrando cargas do Nordeste.
    Com uma plataforma local, a empresa poderia beneficiar carne e couro em Pernambuco. A própria carne do Nordeste não sai pela região, sendo exportada pelo Sul, em Vitória. A Bahia e o Maranhão tem produção com qualidade e poderiam ser fornecedores.
    A convite do secretário de Desenvolvimento Econômico, Fernando Bezerra Coelho, ele irá visitar o Porto de Suape, para uma primeira discussão sobre a possibilidade de exportação.
    Pratini de Moraes assumiu o cargo em março do ano passado com o objetivo justamente de ajudar o grupo a consolidar seu processo de internacionalização.
    O JBS adquiriu diversas empresas estrangeiras entre 2007 e 2008, entre elas a gigante americana Swift. Na Abiec, o executivo ajudou a tornar o Brasil o maior exportador de carne. Sua gestão marcou a profissionalização da instituição que, até 2003, tinha na presidência membros dos frigoríficos.
    Pratini de Moraes está na vida pública desde 1968, quando foi ministro interino do Planejamento. Esteve também nas pastas de Indústria e Comércio (1970/74), de Minas e Energia (1992) e da Agricultura (1999/2002).
    Na foto acima, o ex-ministro aparece em Esteio, no RS, com a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius durante a final do Freio de Ouro como presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec).
    Cauê prepara instalação de fábrica no Paraguai e em Angola
    São Paulo, 26 de Maio de 2009 - A Cauê, empresa da Camargo Corrêa Cimento, planeja estar entre as 20 maiores fabricantes de cimento do mundo até 2012, saindo da atual 32 posição com sua marca Cauê. E não está poupando esforços nem dinheiro para isso. Além de ter dado seu primeiro passo no Nordeste no ano passado, quando comprou uma moagem localizada no Complexo Industrial de Suape (PE), e estar investindo R$ 170 milhões em melhorias em suas fábricas no País este ano, a divisão de cimentos do Grupo Camargo Corrêa se prepara para crescer também fora do Brasil: está fazendo os últimos ajustes para dar início à construção de duas novas fábricas, uma no Paraguai e outra em Angola. Juntos, os dois empreendimentos demandam outros US$ 460 milhões.
    "Temos um plano de longo prazo e estamos nos preparando para ele há tempos", disse o presidente da Cauê, Humberto Farias, ressaltando que, mesmo com a crise, há ainda muitas regiões que, na construção civil, têm muito para evoluir, caso da África e do próprio Brasil. "Até 2012, ainda teremos muito mais coisa para anunciar."
    No Brasil - onde a indústria de cimento é liderada pela Votorantim, com 40% do mercado, e divide os outros 60% entre as nove empresas restantes -, a Cauê ocupa a quinta posição, com cerca de 5% da produção nacional, hoje em 51 milhões de toneladas ao ano. Dona de cinco fábricas em São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, a Camargo Corrêa Cimentos concentra sua atuação principalmente nos mercados do Sul e Sudeste.
    Nordeste em alta
    A fábrica adquirida em Suape, em março do ano passado, foi o primeiro passo dado fora dessas regiões, e o primeiro investimento no sentido de aproveitar o potencial crescente do Nordeste. A unidade pernambucana possui uma área de 25 mil metros quadrados e capacidade para 450 mil toneladas de cimento anuais. "Neste ano, pela primeira vez, o consumo de cimento do Nordeste ultrapassou o da região Sul", ressaltou Farias.
    Galgar mais posições dentro do mercado brasileiro, entretanto, não está entre as ambições da Cauê, e sim aproveitar a retomada da construção civil no País, que elevou o patamar de consumo a níveis suficientemente altos para que as empresas continuem crescendo. De 2003 a 2008, a produção de cimento evoluiu 47%, segundo o Sindicato Nacional das Indústrias de Cimento (Snic), e ainda deve ganhar uma capacidade 50% maior até 2012, quando a maior parte dos investimentos anunciados pelo setor deve estar concluída.
    "As vendas de cimento em nenhum momento sofreram uma queda brusca com a crise", disse no início do mês o vice-presidente executivo do Snic, José Otávio Carvalho. Segundo o sindicato, as vendas do produto apenas interromperam o crescimento de dois dígitos que vinham registrando para flutuar entre 1% e 2% acima das médias do ano passado.
    "Nossa ocupação não só está toda tomada como está pior que no ano passado", disse o presidente da Cauê, ressaltando que 2008 ficou famoso, em toda a cadeia da construção civil, por não ter produção e mão de obra suficientes que suprissem a súbita demanda.
    Brasil x Argentina
    Isso não só encoraja a Cauê a seguir investindo no Brasil, como deve fazer com que as vendas no País ultrapassem pela primeira vez a operação que a empresa possui na Argentina, a Loma Negra. Dona de mais de 40% do mercado de cimento argentino, além de também possuir um braço de transporte ferroviário, a Loma Negra foi comprada pela Cauê em 2005.
    Além do US$ 1 bilhão gasto pela Cauê naquele ano para comprar a empresa, maior que ela mesma, foram investidos outros US$ 120 milhões nos anos seguintes para ampliar e modernizar a Loma Negra, em uma época em que, não só a indústria de cimento, como toda a Argentina amargavam ainda os resquícios de um período político- econômico turbulento.
    De lá para cá o faturamento da Loma Negra saiu dos US$ 350 milhões de 2005 para os US$ 554 milhões com que fechou 2008, e a produção subiu das 4 milhões de toneladas de quatro anos atrás para as atuais 5,4 milhões. Mais sensível à crise, entretanto, o mercado de cimento argentino entrou estático em 2009, enquanto o brasileiro continuou se desenvolvendo.
    Com isso, as 5,2 milhões de toneladas de cimento que a Cauê calcula vender este ano no Brasil devem, pela primeira vez, ultrapassar o volume comercializado pela Loma Negra - mesmo a subsidiária Argentina possuindo nove fábricas. Lá, as vendas devem ter uma pequena queda em relação a 2008, e fechar 2009 em 4,9 milhões de toneladas. "No primeiro quadrimestre o volume já foi maior aqui que na Argentina", disse Farias, que, antes de assumir a Cauê, no final do ano passado, presidiu a Loma Negra por três anos.
    "Estamos direcionando os investimentos para o Brasil, que continua crescendo. O mercado brasileiro teve uma alta de 0,5% no primeiro quadrimestre, o que, tendo em vista como está o mundo, e a base alta de que vem, está ótimo", considerou. A receita da Camargo, que em 2008 foi de R$ 1,4 bilhão, deve subir a R$ 1,8 bilhão neste ano, prevê Farias.
    Expansão
    Consolidada no País, a Cauê procura novos potenciais para explorar. No Paraguai, irá investir US$ 90 milhões na construção de uma nova fábrica, com capacidade anual para 400 mil toneladas. Naquele país, a empresa já possui um centro de distribuição desde os anos 90, "mas não está sendo competitivo o suficiente para atuar entre as fabricantes locais", de acordo com Farias.
    Em Angola, o investimento será bem maior, não só porque a fábrica equivalerá a quatro vezes a do Paraguai, como também por haver a necessidade de melhorias em toda a infraestrutura. "Há uma adicional que deve ir para investimento em estradas, geração de energia, estrutura portuária. Eles estão bem atrasados nisso", afirma Farias.
    Inclusive, é justamente essa defasagem que faz de Angola e dos vizinhos africanos um dos maiores potenciais da construção civil dos últimos anos. A própria Camargo Corrêa está presente no país por meio de sua incorporadora. "A África só agora está alcançando sua maturidade democrática. Muita coisa lá ainda tem que ser construída ou reconstruída", disse. Angola, por exemplo, só deu fim à guerra civil em 2002, e desde então vem crescendo a taxas muito mais que chinesas - em 2007 seu PIB cresceu 20% e, em 2008, outros 15%.
    O investimento lá será de US$ 370 milhões para uma fábrica de 1,5 milhão de toneladas ao ano, cerca de um quarto de toda a capacidade que a empresa tem no Brasil. Está sendo negociada desde pelo menos o ano passado e será feita em parceria com a angolana Gema, a portuguesa Escom e o próprio Grupo Camargo Corrêa, por meio do braço de engenharia que possui no continente africano. E não será o último: "Estamos vendo oportunidades em outros países da África, seja por meio de aquisição ou por construção de fábrica. A crise deixou muitos ativos interessantes", disse Humberto Farias. Tanto a unidade de Angola como do Paraguai devem começar a ser erguidas ainda este ano, para passarem a operar a partir de 2011.(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 1)(Juliana Elias)

    O Complexo Industrial e Portuário de Suape

    O Complexo Industrial e Portuário de Suape é o mais completo pólo para a localização de negócios industriais e portuários da Região Nordeste. Dispondo de uma infra-estrutura completa para atender às necessidades dos mais diversos empreendimentos, Suape tem atraído um número cada vez maior de empresas interessadas em colocar seus produtos no mercado regional ou exportá-los para outros países. A posição geográfica de Pernambuco, no centro da Região Nordeste, transforma Suape em um centro concentrador e distribuidor de cargas. A localização também torna o porto de Suape vocacionado como um porto internacional concentrador de cargas (hub port) para toda a América do Sul.

    Mais de 70 empresas já se instalaram ou estão em fase de implantação no Complexo Industrial, representando investimentos da ordem de US$ 1,7 bilhão. Além da infra-estrutura adequada, essas empresas contam ainda com incentivos fiscais, oferecidos pelos governo estadual e municipal, com o objetivo de estimular a geração de empregos e incrementar a economia regional.

    Em uma estratégia planejada pelos armadores internacionais, Suape passou a ser visto como o porto que poderia realizar, na Costa Atlântica da América do Sul, as operações de "transhipment", ou seja, a transferência de cargas de navios de grande porte (full-containers de 4ª geração) para as instalações portuárias e reembarcando-as em navios de menor porte.
    O pólo agrega uma multimodalidade de transportes, através de rodovias e ferrovias internas, aliadas a um porto de águas profundas com redes de abastecimento de água, energia elétrica, telecomunicações e gás natural instaladas em todo o complexo.

    Maior Moinho da América Latina

    Pernambuco vai ganhar maior moinho da América Latina e o mais moderno do Brasil
    Suape e Pernambuco não param de crescer. Nesta terça-feira (27), o governador Eduardo Campos deu início às obras de construção da nova fábrica da Bunge Alimentos, localizada no Complexo de Suape.

    A primeira fase da obra deverá estar concluída até o final deste ano. Serão investidos pela empresa R$ 126 milhões em recursos próprios. A inauguração da fábrica irá gerar 220 empregos diretos e outros mil indiretos. Em pleno funcionamento, a unidade será capaz de produzir até 825 mil toneladas de farinhas de trigo e pré-misturas de trigo para o varejo, padarias, confeitarias e indústrias de toda a região Nordeste. “O moinho vai servir à toda cadeia alimentar pernambucana e aumentar o movimento do Porto de Suape. Nós estamos muito felizes de ver hoje o início dessa obra que gerar muitas oportunidades de emprego, já na sua construção e também vai ajudar o desenvolvimento de toda essa cadeia produtiva ligada à indústria de alimentos”, comemorou Eduardo.

    O governador informou ainda que todas as grandes empresas que vêm desfrutar da infra-estrutura de Suape, construída com muito esforço por Pernambuco, vão ser convocadas para um ato de responsabilidade social para ajudar na qualificação da mão de obra e na melhoria da qualidade do ensino regular das prefeituras. “Nossos esforços serão para recuperar o ensino básico e qualificar a mão de obra de toda a região, ao lado das prefeituras, do sistema “S” e do Governo Federal. Para essa festa ficar inteiramente completa, a gente precisa que esse desenvolvimento e esses empreendimentos sejam geradores de oportunidade para a juventude aqui do nosso Estado. Juventude não só de Ipojuca, mas do Cabo, de Escada, dessa Mata Sul, dos municípios que precisam ver a sua gente aqui sendo colocadas”, explicou. A Bunge Alimentos atua em Pernambuco há 93 anos e produz 390 mil toneladas de farinha por ano, em sua unidade no Porto do Recife.

    Quando o moinho de Suape estiver pronto, esta produção será imediatamente ampliada para 660 mil toneladas e, num segundo momento, ampliada para 825 mil toneladas/ano. A empresa também cogita a possibilidade de preparar a unidade da capital para o fabrico de ração animal. Estaleiro – Após a solenidade, foi a vez do governador visitar as obras de terraplanagem e estaqueamento do estaleiro. Na companhia do Secretário de Desenvolvimento Econômico e presidente do Porto de Suape, Fernando Bezerra Coelho, Eduardo percorreu o canteiro de obras por cerca de meia hora, sendo recebido pelo diretor executivo do Estaleiro Atlântico Sul, Edílson Rocha Dias e engenheiros do projeto. Logo após, ele percorreu as instalações da fábrica de margarinas e de envase PET da própria Bunge, acompanhado pelo vice-presidente de alimentos, Murilo Brás Sant’ana.

    Origem do Porto

    O Complexo foi idealizado pelo então Governador de Pernambuco José Francisco de Moura Cavalcanti. Seu nome é originado da Praia de Suape a mais meridional do Município do Cabo de Santo Agostinho. Seu projeto foi baseado na integração porto-indústria a exemplo de países como França e Japão.

    A construção do Porto de Suape foi prevista para operarar produtos combustíveis e cereais a granel, substituindo o porto do Recife. Em 7 de novembro de 1978, uma lei estadual criou a empresa Suape Complexo Industrial Portuário para administrar o desenvolvimento das obras, hoje o porto é um dos maiores do Brasil; administrado pelo governo de Pernambuco.

    Sua área de influência abrange todo o estado de Pernambuco e parte dos estados de Alagoas e da Paraíba. O porto tem acesso rodoviário pela PE-060 e pela AL-101, na divisa de Pernambuco e Alagoas. É considerado o mais tecnologicamente avançado do Brasil. (Fonte: Wikipedia)

    Bem-vndo ao Blog Suape

    Este é o espaço para publicação e discussão dos assuntos referentes ao Porto de Suape (Brasil-PE). Obriado por sua visita. Deixe seu comentário.

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